SAP anuncia parcerias e promove debate sobre empresas inteligentes

A tecnológica SAP escolheu as empresas inteligentes e a transformação digital para a edição deste ano do seu maior evento nacional, comemorativa dos seus 25 anos em Portugal.

A tecnologia e todos os conceitos que a ela se associam estiveram em destaque, ontem, no Centro de Congressos do Estoril, que abriu portas ao maior evento nacional da SAP. Luís Urmal Carrasqueira, diretor-geral da tecnológica em Portugal, caracterizou o atual momento da economia como “ideal para investir em novos modelos de negócio”. O executivo considera que a demografia portuguesa e a baixa produtividade do país constituem um desafio, que vê nas novas tecnologias uma ajuda para o enfrentar.

“A SAP estará sempre ao lado das empresas, quer na transformação digital, quer nos momentos mais difíceis, ajudando-as a tornar-se mais rentáveis”, afirmou. Luís Urmal Carrasqueira destacou a cultura de proximidade que a organização estabelece com os seus clientes, acrescentando que “a SAP construiu raízes fortes em Portugal e com o tecido empresarial português”. “Estamos cá para ficar”, garantiu.

A SAP como parceira da transformação digital

Na sua apresentação de abertura, o diretor-geral da empresa anunciou a parceria celebrada entre a SAP, a Altice Portugal e a Accenture, cujo objetivo reside na “aceleração da transformação digital nas empresas portuguesesas”. O acordo pressupõe a inclusão do data center da Altice, na Covilhã, na rede de data centers da SAP e na sua cloud privada. O centro de dados da operadora de telecomunicações é, assim, o primeiro certificado pela SAP em Portugal, permitindo aos seus clientes alocar os seus dados no data center da SAP. A Accenture será responsável pela criação de uma oferta para acelerar as migrações.

Luís Urmal Carrasqueira anunciou, também, o reforço da parceria entre a SAP e a Universidade Nova de Lisboa (NOVA IMS – Information Management School) através da criação de uma nova unidade curricular baseada em SAP nas licenciaturas de Gestão de Informação e Sistemas e Tecnologias de Informação. Foi anunciado, ainda, o lançamento da nova pós-graduação para executivos em “Digital Innovation for Business”, numa parceria entre a  SAP, a NOVA IMS e a Accenture.

O futuro e a tecnologia

Martin Wezowski, designer-chefe da SAP, viajou até Portugal para marcar presença no evento nacional e falar sobre “o futuro em que todos queremos viver” – assim se designava a sua palestra. O responsável pelo gabinete de inovação da empresa de soluções e tecnologias de gestão explicou, recorrendo a exemplos de diferentes áreas, que a automação e a digitalização de determinadas funções substituem as pessoas em “tarefas aborrecidas e repetitivas”, libertando-as para tarefas que “criem valor”. O futuro do trabalho humano será caracterizado, segundo Martin Wezowski, pela “imaginação, criatividade e estratégia” e será a “empatia e criatividade” que o salvarão.

Em consonância, Tom Raftery, vice-presidente da SAP, futurista e evangelista de Internet of Things,  falou sobre o futuro do digital. Graças à tecnologia serão vários os setores que irão aliar a inovação à automatização. Os aviões e os navios serão elétricos, os automóveis não terão pedais, vão dispensar o condutor, ou serão capazes até de voar e, na saúde, a inteligência artificial substituirá, em algumas funções, os médicos e enfermeiros.

A supremacia dos dados em tempo real

Durante a manhã realizou-se uma mesa redonda que juntou, para debater o conceito de empresas inteligentes, Conceição Calheiro e Menezes, diretora de produto da Logoplaste, João Cabaço, diretor-geral da Trivalor, Jorge Carrola Rodrigues, docente da Universidade Nova de Lisboa, e Miguel Pina Martins, fundador da Science4you. Separa-os as áreas onde desenvolvem a sua atividade profissional, mas une-os a necessidade de terem, em tempo real, dados fundamentais sobre o negócio.

Conceição Calheiro e Menezes referiu que, graças à digitalização, a Logoplaste tem “mais informação, e informação em tempo real, conhece melhor o cliente e tem uma maior transparência” nos seus processos. “As máquinas não vão substituir as pessoas”, considerou a diretora, acrescentando que “com a tecnologia, as pessoas encontram espaço para fazer outras coisas”. “O que se imagina fica aquém do que é possível fazer com a tecnologia”, realçou.

A Science4you dedica-se à produção de brinquedos sem tecnologia, mas é nela que encontra um importante elemento para a sua eficiência, já que, neste mercado, há uma nova tendência a cada três meses. “Há mais ferramentas tecnológicas que permitem saber e prever o que querem as crianças”, afirmou Miguel Pina Martins. O fundador da empresa de brinquedos disse que “interessa ter dados e que quantos mais dados melhor”. O difícil é “processar a informação” que têm. Para o efeito, recorreram à condensação de vários softwares numa só plataforma de gestão integrada, que vai, segundo o responsável, permitir à Science4you poupar cerca de 500 mil euros nos próximos três a quatro anos.

O objetivo da Trivalor é “servir bem-estar, aportar valor e responder às necessidades de mercado”, como referiu João Cabaço. Para isso, faz uso da realidade aumentada nos seus armazéns, garantindo que os clientes recebem “o produto certo na quantidade certa”.

É na componente humana que vai residir o futuro das empresas. “A componente emocional e a criatividade vão fazer a diferença”, garantiu o professor da Universidade Nova de Lisboa. Para se tornarem inteligentes, as organizações precisam de duas competências chave: “a capacidade analítica e relacional”, concluiu Jorge Carrola Rodrigues.

 

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Blended Training Services junta-se ao maior concurso de empreendedorismo do país

A BTS – Blending Training ServicesAcredita Portugal celebraram uma parceria com o objetivo de ajudar os empreendedores portugueses no maior concurso de empreendedorismo do país e 2º maior do mundo.  A BTS, empresa dedicada ao acompanhamento de negócio em formação irá realizar sessões de Técnicas de Negociação aos finalistas durante o período de pré-aceleração do Concurso Montepio Acredita Portugal.

As 21 melhores ideias de negócio desta edição do concurso adquiriram competências para o desenvolvimento e implementação dos respetivos projetos com a ajuda de especialistas e mentores.

“A formação nesta área é extremamente importante para os empreendedores, uma vez que a negociação é uma ferramenta que os vai acompanhar desde o início. Para além do trabalho árduo, o crescimento de uma startup está assente na sua capacidade de se adaptar e saber negociar”, diz Sara Bernardino, COO da Acredita Portugal.

No total, o concurso Montepio Acredita Portugal recebeu 11 477 candidaturas. O maior número de projetos submetidos está relacionado com as áreas de Empreendedorismo Social (2.050 candidaturas), Tecnologia (1.073), Comércio (898), Restauração (645) e Indústria (635).

 

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Como tornar a empresa atrativa aos candidatos?

Por: Cláudia Dias, consultora de recursos humanos na Frederico Mendes & Associados

Quando se trata do recrutamento e da captação de talentos, todas as empresas querem estar posicionadas na mente dos candidatos como atrativas. Mas para que tal intenção se concretize, é imperativo adotar estratégias que diferenciem a empresa das restantes.

Cinco estratégias chave:

1.    Dedicar uma área no website ao recrutamento de novos colaboradores

  • Partilhe informação sobre o ambiente da empresa e os valores pelos quais esta se rege: forneça uma visão geral da cultura de trabalho da empresa e os valores e atitudes pelos quais se pauta;
  • Mencione oportunidades e desafios: aponte todas as vantagens e regalias que possam estar inerentes a um cargo na empresa;
  • Faça um apelo: num pequeno texto introdutório, apele aos candidatos que enviem o seu currículo e carta de motivação, caso achem que reúnem as condições necessárias para conseguirem agarrar a oportunidade.

Para além de mencionar informação relevante sobre a respetiva vaga(s), lembre-se que deverá ressalvar todos os aspetos que diferenciam a empresa das restantes. Opte por um discurso persuasivo e aliciante!

2.    Manter os candidatos atualizados

  • Aposte numa newsletter: mantenha os candidatos a par de conteúdos relevantes, tais como: eventos de interesse e materiais desenvolvidos, de qualidade, que posicionem a empresa como expert;
  • Utilize as redes sociais: utilize plataformas como o LinkedIn e o Facebook para publicar conteúdo relevante para este público-alvo;
  • Partilhe experiências: promova momentos informais em equipa, tais como: almoços, jantares e viagens, e divulgue essas iniciativas nas redes sociais.

3.    Promover a transmissão de conhecimento

  • Realize formações: promova formações em equipa que possibilitem a partilha de conhecimento por parte dos colaboradores mais experientes aos restantes;
  • Transmita a importância do trabalho de equipa: realize atividades de team building com os vários colaboradores que visem reforçar a sua coesão e a transmissão de conhecimento mútuo e partilhe a experiência.

4.    Participar em eventos realizados no meio académico

  • Marque presença em feiras de emprego: identifique feiras de emprego nas quais a sua experiência poderá representar um valor acrescentado. É uma boa forma de dar a conhecer a sua empresa a possíveis candidatos.
  • Participe em outros eventos académicos: integre eventos e concursos nos quais o seu know-how poderá ser um contributo importante, fornecendo orientação e avaliando as capacidades dos participantes.

5.    Criar programas direcionados aos candidatos

  • Realize estágios curriculares e profissionais: promova a realização de estágios curriculares e profissionais que permitam aos candidatos ter um contacto direto com a realidade da empresa;
  • Promova estágios de verão: crie estágios sazonais e preveja cargos para os candidatos, por forma a que consigam obter uma noção das oportunidades que a empresa tem para oferecer e aquelas em que o seu perfil melhor se enquadra.

Por último, mas de extrema importância, invista em mecanismos de comunicação interna capazes de garantir a satisfação e concretização dos seus colaboradores, uma vez que estes são os principais influenciadores da imagem da empresa aos olhos de futuros candidatos.

 

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SAP e NOVA IMS reforçam parceria para o desenvolvimento de competências em gestão de informação

No âmbito da realização do SAP NOW Lisboa, o maior evento nacional da empresa líder em soluções e tecnologias de gestão, que se realizou hoje no Centro de Congressos do Estoril, a SAP Portugal e a Universidade NOVA (NOVA IMS – Information Management School) anunciam, reforçando o acordo datado de 2016, a integração de uma nova disciplina baseada em SAP no programa das licenciaturas de Gestão de Informação e Sistemas e Tecnologias de Informação da NOVA IMS e o lançamento da nova pós-graduação para executivos em “Digital Innovation for Business” numa parceria a três mãos: NOVA IMS, SAP e Accenture.

A sustentar o objetivo de se enfrentar a revolução digital, também denominada como quarta revolução industrial, em curso na sociedade global e que coloca nas tecnologias de informação um papel fulcral na resposta aos desafios económicos, atuais e futuros, esta nova disciplina será integrada no 3.º ano das licenciaturas de Gestão de Informação e Sistemas e Tecnologias de Informação, pretendendo expor os alunos, prestes a entrar no mercado de trabalho, às mais recentes aplicações das tecnologias exponenciais que fazem parte do sistema de inovação digital SAP Leonardo, nomeadamente Internet of Things, Blockchain, Machine Learning, Inteligência Artificial, Big Data e Analytics.

Através da aplicação prática destas novas tecnologias, num contexto de projeto de inovação ou “prova de conceito”, preferencialmente, para uma empresa nacional, procura-se o desenvolvimento e criação de novos modelos de negócio ou de novas soluções que aumentem a produtividade e o crescimento da empresa. Saliente-se que os projetos finais serão apresentados e avaliados por um júri constituído por clientes e gestores da SAP, numa prova tipo shark-tank.

Esta nova disciplina baseada em SAP vem juntar-se ao currículo das licenciaturas de Gestão de Informação e Sistemas e Tecnologias de Informação da NOVA IMS, no qual já faz parte a disciplina “Sistemas de Informação Empresariais”, destinada aos alunos do 2.º ano, de práticas laboratoriais com software de ERP da SAP, atualmente com o recurso à solução ERP de nova geração, SAP S/4HANA. Desde que esta disciplina começou a ser lecionada na NOVA IMS terão sido introduzidos ao mundo SAP mais de 420 alunos, com acesso direto ao software (disponibilizado a partir da Technical University of Munich, com quem a NOVA IMS tem parceria).

A pós-graduação executiva “Digital Innovation for Business” é um programa de curta duração para formação de gestores e profissionais capacitados para gestão interna da evolução digital da organização e da respetiva inovação, com base nas tecnologias da SAP, nomeadamente processamento em memória, cloud, Internet of Things, Blockchain, Machine Learning, Inteligência Artificial, Big Data e Analytics. A pós-graduação de 14 semanas, ao longo das quais os alunos terão a oportunidade de desenvolver um projeto, basear-se-á também na experiência, casos práticos e metodologias da Accenture, especialmente em “Design Thinking”. Este programa será particularmente útil para as organizações clientes da SAP que pretendem fazer a evolução dos seus sistemas, obtendo o acesso a casos práticos e metodologias que asseguram o melhor retorno de investimento neste tipo de projetos.

A confirmação da realização 4.ª edição da pós-graduação em “Digital Enterprise Management” da NOVA IMS, em 2019, recorda a importância do desenvolvimento de uma bolsa de profissionais com competências de ponta para a gestão de projetos de transformação digital, na nova vaga de soluções de gestão de informação empresarial. Nas três edições passadas foram introduzidos ao mundo SAP cerca de 100 alunos. O sucesso desta pós-graduação mede-se pelos resultados que tem gerado, nomeadamente a empregabilidade dos alunos, que é praticamente de 100%, em empresas dos mais variados sectores e a promoção ou evolução da carreira profissional, numa média superior a 30% dos alunos que a frequentam.

Por último, destaque-se que o SAP NOW Lisboa é palco de uma sessão especial dedicada aos alunos do ensino universitário. Nesta sessão, são apresentadas as áreas de inovação em que operam as soluções da SAP e como estas podem ajudar as organizações a resolver os problemas mais complexos.

 

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Eurofirms está a recrutar mais de 100 pessoas para a área de contact center

No próximo dia 30 de maio, a Eurofirms vai realizar um Open Day – Especial Contact Center, na sua sede em Lisboa, com o intuito de receber candidatos à procura de uma oportunidade para entrar no mercado de trabalho.

Com mais de 100 vagas em aberto para a área de contact center, para os setores da banca, energia, telecomunicações e editorial, o evento dirige-se a quem procura novos desafios profissionais. A empresa de recrutamento afirma, no comunicado enviado às redações, que há vagas disponíveis que “não necessitam de experiência prévia”.

Cada candidato será recebido e entrevistado individualmente, pelos consultores responsáveis, para que sejam apresentadas as ofertas adequadas ao perfil e motivação profissional de cada um.

A Eurofirms presta mais informações sobre o seu open day através do contactos disponibilizados no seu site.
O Open Day – Especial Contact Center da Eurofirms irá decorrer no dia 30 de maio, entre as 10h e as 18h, na Rua Sousa Lopes, Lote MNO, Loja 6, em Lisboa.

 

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Estudo IIRH: Qual o impacto da transformação digital na função RH?

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O IIRH – Instituto de Informação em Recursos Humanos pretende ajudar todos os responsáveis pela gestão do capital humano das empresas a tomar decisões de forma eficiente e informada para que obtenham os melhores resultados e alcancem o sucesso na sua função num mercado em constante evolução.

Neste sentido, o departamento de estudos do IIRH, com o apoio da SAP SucessFactors, lança o estudo “Qual o impacto da transformação digital na função RH?”

Tão ou mais importantes do que a tecnologia, os recursos humanos são uma variável determinante em todo o processo de transformação digital dentro das organizações. A digitalização é mais do que tecnologia, é sobre como alavancar a tecnologia para tornar o negócio mais eficaz e, ainda, sobre pessoas e novas formas de trabalho.

Entre os desafios da sua nova missão, a gestão de recursos humanos precisa de atrair os escassos talentos do mercado, aumentar os contactos com os colaboradores, antecipar a sua formação, tem de ser pró-ativo e reforçar o seu compromisso desenvolvendo o potencial de cada um… A digitalização da função RH permite responder à maioria desses desafios.

Com este estudo sobre o impacto da transformação digital na função RH, o IIRH e a SAP SucessFactors pretendem averiguar o estado da digitalização em Portugal.

Agradecemos a sua colaboração. Não demorará mais do que 5 minutos a responder. Participe neste estudo, a sua opinião é importante!




ManpowerGroup abre 1.000 vagas em Portugal


A ManpowerGroup, empresa de soluções globais de trabalho, lançou uma campanha de recrutamento, em Portugal, com mil vagas de emprego, em vários setores de atividade e diferentes pontos do país.

A ManpowerGroup, empresa especializada em soluções globais de trabalho, lançou uma campanha, à escala nacional, que visa recrutar cerca de mil pessoas em vários setores de atividade. As empresas clientes, e respetivas oportunidades de emprego, localizam-se “especialmente no norte e centro, mas também a sul do país”, conforme adianta a organização no comunicado enviado às redações.

Carla Marques, country manager da ManpowerGroup Portugal, afirma que, e de acordo com as estimativas da empresa, “este ano, o mercado de trabalho está com um ritmo considerável”. “Procuramos talentos em diversas regiões. A dispersão geográfica acaba por ser também relevante, porque apesar de Lisboa e Porto continuarem nos lugares cimeiros, os distritos de Leiria e Braga também se destacam em matéria de procura”, esclarece.

As telecomunicações, o retalho e o setor logístico ocupam o lugar cimeiro das oportunidades do mercado de trabalho. Na campanha de recrutamento destacam-se, ainda, áreas como a editorial, a indústria e a gestão administrativa. Os setores da restauração e hotelaria, agricultura, saúde e construção apresentam, também, vagas de emprego.

“O número acentuado de vagas disponíveis, bem como a diversidade de setores sugere boas perspetivas para os candidatos, já que pode significar a oportunidade certa para abraçar um novo desafio e adquirir novas competências”, assinala Carla Marques, destacando que a “nova realidade obriga a uma adaptação constante das competências, técnicas e comportamentais”. “Se às empresas cabe a principal responsabilidade de garantir que as pessoas dispõem das ferramentas necessárias para aperfeiçoarem ou adquirirem competências, às pessoas importa haver uma vontade e uma capacidade de constante aprendizagem”, refere no comunicado enviado pela empresa.

O ManpowerGroup Employment Outlook Survey estimou, para o segundo trimestre de 2018, uma criação líquida de emprego de 14%. Segundo os resultados divulgados, 16% das empresas portuguesas prevê um aumento nas intenções de contração.

As candidaturas podem ser submetidas através do site da empresa.

 

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Sucesso em mais uma edição do Fórum RH

O Estádio do Sport Lisboa e Benfica foi o palco escolhido para mais uma edição do Fórum RH. Por lá passaram centenas de profissionais de diferentes áreas de atividade, com igual objetivo: falar de gestão de recursos humanos.

 A 24.ª edição do Fórum RH, que se realizou ontem, no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, juntou cerca de 600 participantes, para partilha de experiências e conhecimento. O bom tempo regressou e o sol brindou todos o que, na bancada, assistiram ao discurso de Ricardo Monteiro, o keynote speaker do evento. O ex-presidente global da Havas Worldwide destacou a necessidade do capital humano se adaptar à “mudança permanente”, que, hoje, “caracteriza a sociedade”.

As pessoas estiveram no centro dos debates e é também sobre elas que deve recair a atenção dos líderes das organizações e das políticas que desenvolvem. Os diferentes oradores falaram sobre inovação e transformação digital, disrupção, formação e desenvolvimento, do posicionamento dos recursos humanos na organização estratégica das empresas, de recrutamento, engagement, gestão de talentos, gestão humanizada, do RH do futuro e do futuro do trabalho.

Ao longo da manhã, um grupo de humoristas da Bang Produções animou os participantes com músicas e letras adaptadas aos profissionais de recursos humanos e aos desafios inerentes à sua atividade. No período da tarde, foram sorteados cinco assessments de personalidade da Hogan  –  Assessments Systems, um Plano EasyPills da BTS, uma viagem, um drone e oito vouchers para o curso “Curiosity & Insights” da Sofia Calheiros & Associados, um estudo salarial da autoria da Mercer, que ofereceu, ainda, um workshop sobre engagement e uma ação no Escape Room.

O Fórum RH 2018 contou com o patrocínio de: Edenred | Experis (ManpowerGroup) | AMT Consulting | ATEC | BTS-Blended Trainig Services | Capgemini | Cornerstone | Grupo Multipessoal | INDEG-ISCTE | Médis | Mercer | Meta4 | Mindshift | Ray Human Capital | ROFF | Stairs People Advisors | Sofia Calheiros & Associados | SAP SucessFactors | APCER | ColectivosVIP | SEINES | AccentureTechnology | Dimep | Learninghubz | Wall Street English | Vantagem+

Agradecemos, uma vez mais, a todos os patrocinadores, oradores, participantes e parceiros deste evento.

Leia mais sobre o Fórum RH 2018 na RHmagazine n.º 117, julho/agosto 2018.

 

 

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Oferta de emprego em restauração, hotelaria e turismo aumentou 370%

O setor da restauração, hotelaria e turismo foi o que registou um maior crescimento no número de anúncios publicados no portal OLX.

Desde o início do ano, a categoria “emprego” do OLX registou um crescimento de 22%, comparativamente com 2017. Mensalmente, são enviadas cerca de 300 mil candidaturas a anúncios de emprego no portal.  Sete dias após a publicação, 90% tem resposta. O setor da restauração, hotelaria e turismo foi o que registou um maior crescimento na oferta (370%), seguido das áreas de call center, help desk e telemarketing (103%), transportes e logísticas (67%), construção civil (67%) e comercial (52%).

As respostas às ofertas de trabalho também aumentaram (60%), quando comparados com igual período do ano passado e depois da implementação de novas funcionalidades na respetiva categoria, nomeadamente o upload de CV, introdução de subcategorias e ações estratégicas. As áreas da restauração, hotelaria e turismo (35%), comercial (10%), assistente de loja e caixa (9%), administrativo e secretariado (8%) e doméstico e limpeza (7%) constituem as que registaram um maior crescimento de taxa de resposta.

Lisboa (44%), Porto (23%), Setúbal (11%), Faro (6%) e Braga (4%) são os distritos que apresentam maior oferta. Simultaneamente são os que mais respondem a ofertas de emprego – Lisboa (63%), Porto (22%), Setúbal (7%), Faro (3%) e Braga (2%).

“Queremos reforçar a categoria “emprego” do OLX e tirar partido das mais de 1,5 milhões de visualizações que o portal recebe mensalmente, oferecendo uma plataforma de oferta e procura de emprego, num panorama económico e empresarial que está, claramente, a apresentar melhorias”, explica Spas Slivkov, responsável do OLX, no comunicado enviado às redações.

 

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Quer ter sucesso na liderança da sua equipa? Comunique!

Hoje e no futuro, as equipas de gestão das organizações, para liderarem com sucesso, não se podem esquecer de comunicar com todas as pessoas que as constituem.

Tal como acontece em casa e na rua, todos os dias, também nas empresas se espera que seja prestada atenção às pessoas e se comunique com elas. Na ausência de comunicação, a consequência, desastrosa para o sucesso organizacional, será o distanciamento entre diretores e restante equipa. Foi sobre práticas e características dos boards que, na terça-feira, um painel de especialistas falou, a convite da consultora Stanton Chase, para uma plateia de executivos.

“Em Portugal, sofremos da síndrome de falta de líderes comunicativos”, disse Sara Batalha, CEO da MTW Portugal. Na opinião da especialista habituada a trabalhar com CEOs, o problema da má comunicação deve-se à forma como as comissões executivas comunicam entre si, à sua falta de energia e de emoção e à dificuldade em lidar com o conflito emocional.

“A comunicação é sempre o primo pobre do desenvolvimento pessoal”, sublinhou Sara Batalha, que aconselhou os gestores a adaptarem o seu estilo de comunicação às preferências do outro e a desenvolverem a sua capacidade de envolvimento. Para Rosário Pinto Correia, diretora-geral da Pharol, as causas do distanciamento “têm menos a ver com arrogâncias e egos e mais com o facto de os diretores estarem tão certos do que estão a fazer, que se esquecem que os outros estão na organização”. E de acordo com a profissional, “o problema é transversal às empresas com 15 mil colaboradores ou com dez”.

A solução pode estar nos recursos humanos, que “nem sempre têm o empowerment que precisam”, como destacou Luís Paulo Salvado, diretor-geral da Novabase. “Se não houver fluxos obrigatórios de comunicação da cabeça da organização para as restantes pessoas que a constituem, há distanciamento. Os recursos humanos podem ajudar a que a comunicação exista”, afirmou Rosário Pinto Correia.

A personalidade do CEO não é alheia ao problema, que existe, mas que é de difícil entendimento, e as palavras são de José Bancaleiro, CEO da Staton Chase. “Se o estilo do diretor for mais mobilizador consegue estimular a comunicação”, acrescentou Diogo Sousa Martins, CEO da ELS Solutions. Mas para gerir os outros é “preciso que os gestores se saibam gerir a eles próprios”, alertou João Carvalho das Neves, docente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). “Hoje estamos numa economia em que o recurso escasso é a atenção. Para comunicar, os líderes das organizações não podem estar distraídos. Devem saber ouvir, escutar e perceber o que quer o outro”, explicou.

Os novos papéis das comissões executivas

A sobrevivência das organizações depende da inovação que são capazes de prover. Inovar é caro, os investimentos iniciais superam os lucros esperados e o processo é demorado. Para inovar é necessário, de acordo com Diogo Sousa Martins, que as organizações apresentem orçamentos realistas, mapeiem os processos de inovação, disseminem a cultura de tolerância ao risco e mobilizem o capital humano.

Aliado à inovação encontra-se o desafio de “gerir com base na diversidade”, ressalvou Pedro Penalva, CEO da Aon Portugal. “Os colaboradores têm backgrounds e raízes culturais diferentes. É preciso respeitar as diferenças”, afirmou. Acrescenta-se, ainda, a organização matricial das organizações, “cada vez mais comum e benéfica”. “Não nos faz depender de uma estrutura rígida e hierárquica”, esclareceu o diretor-geral da corretora de seguros.

Depois há a curisiodade. “Se os líderes não tiverem curiosidade e disponibilidade, dificilmente conseguem gerir a presença da diversidade”. Às chefias cabe respeitar, gerir processos, comunicar, inovar, estar atento e colaborar. “A colaboração é um valor cada vez mais relevante. A capacidade de entender o outro, aliada à curiosidade, é fundamental”, destacou Pedro Penalva, que considera que é premente “deixar de criar a ideia do CEO mitificado, como se fosse uma entidade”.

As comissões executivas são, hoje, obrigadas a liderar num contexto de volatilidade, influenciado pela existência das novas tecnologias, materializadas sob forma de inteligência artificial. “Há trabalhos que vão ser substituídos por robots, o que é bom porque as pessoas devem ficar libertas para os trabalhos que requerem inovação e criatividade e que as máquinas não fazem”, disse, a propósito, Luís Paulo Salvado.

Mas se há novos papéis para as equipas executivas desempenharem é, também, porque existem os tão aclamados millennials. “As pessoas têm de liderar uma geração que não conhecem bem”, afirmou. E acrescentou: “As gerações mais novas são leais, mas não são fiéis. Saem a qualquer momento, porque querem ter uma experiência extraordinária”. “Os CEOs têm de se adaptar às novas gerações e repensar as relações que com elas estabelecem”, aconselhou o diretor-geral da tecnológica.

A conferência foi organizada pela Stanton Chase e juntou Diogo Sousa Martins, CEO da ELS Solutions, João Carvalho das Neves, docente do ISEG, Luís Paulo Salvado, CEO da Novabase, Manuel Melo, advogado, Pedro Penalva, CEO da Aon Portugal, Rosário Pinto Correia, diretora-geral da Pharol, e Sara Batalha, CEO da MTW Portugal. Da moderação dos debates estiveram encarregados Carlos Sezões e José Bancaleiro da consultora.

 

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