Para os jovens o dinheiro não é tudo: querem trabalhar em empresas com visão e valores 

Os estudantes, futuros profissionais no mercado de trabalho, dão extrema importância aos valores e à visão das empresas onde podem vir a trabalhar.

Esta é uma das principais conclusões do estudo “Student´s Career Preferences Survey” da KPMG Internacional, que auscultou 4165 estudantes de Gestão, Ciências, Tecnologia, Engenheira e Matemática de algumas das melhores universidades do mundo, incluindo estudantes portugueses.

O estudo mostra que as opiniões dos jovens portugueses estão, em geral, alinhadas com o que pensam os estudantes mundiais, destacando-se a importância que atribuem aos valores e à visão das empresas que serão os seus empregadores.

O survey da KPMG revela que 89% dos estudantes considera importante trabalhar numa organização que tenha um impacto positivo no mundo. Um pacote de remuneração e benefícios competitivo é naturalmente um dos principais critérios de escolha, no entanto a grande maioria dos estudantes (79%) refere que trabalhar numa organização com um forte sentido de propósito é mais importante que ganhar o salário mais elevado possível. 

Estas opiniões realçam uma nova visão e uma nova mentalidade dos jovens mundiais, incluindo os portugueses, para quem o dinheiro não é tudo. Para além de quererem trabalhar em empresas com elevado sentido de propósito e com valores alinhados com os seus, para 92% dos inquiridos é muito importante que a empresa onde vão trabalhar tenha uma visão interessante.

Também o desenvolvimento pessoal e profissional é altamente valorizado pelos alunos em todo o mundo. Ter oportunidades de desenvolvimento pessoal e de adquirir qualificações profissionais são factores importantes na selecção de um empregador para quase metade dos estudantes inquiridos.

 José Portugal, Partner e Head of People, Performance & Culture da KPMG Portugal afirma que:

“os resultados deste estudo sobre as preferências de carreira dos estudantes vão ao encontro do que ouvimos dos recém-graduados que contratamos. Os valores e a missão da empresa estão entre os principais critérios na análise a um potencial empregador. Os jovens querem desenvolver trabalho com impacto e fazer parte de uma organização onde sintam que contribuem para fazer a diferença, ao mesmo tempo que lhes permite crescer e progredir na carreira.”

Rachel Campbell, Global Head of People da KPMG Internacional sublinha esta ideia e adianta:

“Os estudantes de hoje esperam percursos profissionais flexíveis, o que pode passar por trabalhar em múltiplos países. Procuram carreiras com significado e um sentido de propósito e estão dispostos a ir para onde as oportunidades os levarem.”

As respostas dos estudantes comprovam a maior abertura para uma carreira internacional. A maioria dos inquiridos indicou estar disponível para trabalhar num outro país, sendo que mais de 65% dos jovens estão preparados para trabalhar em dois, três ou até em quatro países e 27% responderam que podem trabalhar em mais de quatro países diferentes.

No que diz respeito às profissões mais desejadas, no topo das preferências dos estudantes que participaram neste survey estão a área financeira, a área dos serviços profissionais e a área da tecnologia.

Outras notícias




Revelados os resultados do “Randstad Employer Brand Research 2017”

No momento de encontrar um novo rumo na sua carreira profissional a população portuguesa valoriza aspetos como a segurança no trabalho a longo prazo, equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal e ambiente de trabalho agradável.

 

  • Microsoft, Delta Cafés e TAP eleitas empresas mais atrativas para trabalhar em Portugal
  • Saúde, TI e consultoria e turismo, hotelaria e lazer são os setores com maior atratividade laboral
  • Retalho é o sector mais reconhecido em termos de marcas/empresas mas o menos atrativo para trabalhar
  • Perfis ligados à engenharia e às TI revelam expetativas distintas na avaliação da atratividade laboral

Esta é a conclusão do “Randstad Employer Brand Award 2017”, o maior estudo independente de employer branding promovido pela Randstad com o TNS Group, que mede a atratividade das empresas de acordo com a perceção da população ativa.

O estudo sublinha a discrepância existente entre o que os portugueses mais valorizam na decisão de mudar de trabalho e a perceção de quais os fatores em que as empresas estão melhor classificadas. Enquanto a população ativa aponta como critérios mais relevantes a segurança no trabalho, um bom equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal e um ambiente de trabalho agradável, as empresas são melhor classificadas nos critérios de saúde financeira, reputação positiva e uso de tecnologias recentes.

“Este gap de perceção significa que as empresas desenvolvem as suas estratégias de employer branding focadas em critérios que não são os mais importantes para os portugueses, aumentando a dificuldade de atração de talento”

Explica José Miguel Leonardo, CEO da Randstad Portugal.

Este ano a Randstad optou por retirar o salário e benefícios enquanto proposta de valor por considerar que este é sempre tido em consideração, ou seja, é um fator “higiénico” da relação laboral.

José Miguel Leonardo reforça a importância dos insights do estudo desenvolvido, referindo que o “Randstad Employer Brand Award” vem demonstrar uma vez mais a necessidade que as empresas têm de adequar as suas estratégias de recursos humanos e estarem atentas à forma como são percecionadas no mercado de trabalho.

“Ser uma marca de grande consumo ou com uma elevada notoriedade comercial pode não bastar para ter sucesso na captação dos melhores e mais qualificados profissionais. Os resultados do estudo mostram a importância de encontrar um caminho coerente que alie essa visibilidade pública com uma proposta de valor interessante para o colaborador, que não se centra apenas nas questões salariais mas cada vez mais na conjugação de fatores como o ambiente de trabalho, os desafios lançados diariamente e o equilíbrio entre trabalho e a vida pessoal”, conclui o CEO da Randstad Portugal.

Microsoft sucede à TAP como a empresa mais atrativa para trabalhar em Portugal

Microsoft, Delta Cafés e TAP – Transportes Aéreos Portugueses formam o top-3 das empresas mais atrativas para trabalhar em Portugal. Este ano o ranking tem um novo líder, com a Microsoft (83,11%) a suceder à TAP como empresa nacional mais atrativa. A Delta Cafés (69,40%) manteve o 2.º lugar conquistado na edição de 2016 e a TAP (69,25%) fecha o pódio.

O top-20 das empresas consideradas mais atrativas para trabalhar integra ainda a Nestlé, The Navigator Company, RTP, Hovione Farmacêutica, ANA – Aeroportos de Portugal, Siemens, OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A., Nokia, Bosch Termotecnologia, Banco de Portugal, Volkswagen Autoeuropa, Pestana Hotel Group, Fujitsu Technology Solutions, CTT, EDP – Energia, Luz Saúde e Sumol+Compal.

Entre as 20 empresas mais atrativas para os portugueses, o estudo também reconheceu as empresas que se distinguiram nos principais critérios:

  • Nestlé nas categorias “Saúde financeira” e “Reputação”;
  • Banco de Portugal em “Segurança no trabalho”;
  • Hovione Farmaciência nas categorias “Progressão na carreira” e “Trabalho estimulante”;
  • EDP – Energia na categoria “Ambiental e socialmente responsável”;
  • The Navigator Company nas categorias “Ambiente de trabalho” e “Equilíbrio trabalho – vida pessoal”;
  • Siemens na categoria “Utilização de tecnologia recente”.

 

Awareness e atratividade laboral ditam a preferência nos setores

Cruzando as variáveis conhecimento de marca (awareness) e atratividade constata-se que continua a haver uma diferenciação entre estes dois fatores. O setor com maior atratividade para trabalhar é o da saúde, que representa a primeira escolha para 62% dos portugueses, seguido pelo setor de TI e consultoria (56%) e pelo turismo, hotelaria e lazer (53%). No ano passado estes também foram os sectores no top-3 mas a área tecnológica ocupava o primeiro lugar. Por outro lado, o setor do retalho e grande consumo é aquele que apresenta maior reconhecimento de marca mas é o que está menos bem posicionado quando se trata de atratividade para trabalhar (28%).

Os atributos apontados pelos inquiridos que melhor caracterizam os setores mais atrativos são saúde financeira, reputação e uso das mais recentes tecnologias. Neste capítulo, o setor da saúde monopoliza as atenções ao liderar em praticamente todos os critérios-chave – “Segurança no trabalho”; “Equilíbrio trabalho – vida pessoal”; “Ambiente de trabalho agradável”; “Saúde financeira”; “Trabalho estimulante”; “Ambientalmente e socialmente responsável”; “Reputação e uso das mais recentes tecnologias”. Apenas no critério “Progressão de carreira” o setor TI e consultoria é apontado com melhor performance pelos inquiridos.

Analisando os dados segundo as características sociodemográficas dos inquiridos constatam-se algumas diferenças na identificação dos atributos considerados mais importantes nas empresas. Enquanto os inquiridos do sexo masculino colocam entre as suas prioridades a segurança no trabalho a longo prazo e ter oportunidades de progressão na carreira, as mulheres que responderam ao “Randstad Employer Brand Research” valorizam, para além de um salário atrativo e segurança no trabalho, o equilíbrio entre trabalho e a vida pessoal.

Ao nível etário, apesar de existir consenso na identificação do equilíbrio entre vida profissional e pessoal, merece nota o facto da geração mais jovem no mercado de trabalho (18 – 24 anos) sinalizar como prioridade ter um ambiente de trabalho agradável, enquanto os grupos dos 25 aos 44 anos e dos 45 aos 65 anos apontam a segurança no trabalho como fator-chave.

No que concerne ao nível de formação, os participantes no estudo com grau de ensino baixo e médio apontam os mesmos critérios – segurança no trabalho e ambiente de trabalho agradável. Os inquiridos com habilitações superiores identificam como critérios centrais o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e oportunidades de progressão na carreira.

Portugueses mudam de setor desde que com as mesmas condições

O estudo também confrontou as motivações dos portugueses com as transformações do mercado de trabalho. Cerca de 37% dos inquiridos afirmam estar dispostos a mudar de setor de atividade, desde que estejam asseguradas pelo menos condições semelhantes em termos de salário e benefícios. 19% afirmam que mudariam apenas se não conseguissem encontrar emprego no seu setor, enquanto 10% admitem que não existiria lugar para a sua função noutro setor.

Ainda assim, uma parte considerável da população ativa (45%) refere que a transformação tecnológica que atualmente se verifica no mercado de trabalho vai trazer melhorias substanciais ao conteúdo da sua função. Por outro lado, 55% dos inquiridos afirmam-se predispostos a receber formação ou a reconverter as suas competências caso o seu posto de trabalho desapareça em breve, desde que as suas condições de trabalho atuais estejam asseguradas, enquanto 37% não acredita que a automação venha a ter influência na sua função.

Perfis ligados às engenharias e TI (tecnologias de informação) revelam expetativas distintas em relação ao mercado laboral

Os perfis com maior procura por parte dos empregadores e cuja oferta está abaixo do desejado, tais como perfis ligados às engenharias e às TI, apresentam expetativas distintas em relação a perfis menos especializados. Na pesquisa por um novo desafio profissional os perfis de engenharia valorizam sobretudo a opinião da família e amigos, a análise do site da empresa e artigos online para aferir a reputação das empresas. Já os perfis ligados às TI valorizam de igual modo a opinião da família e amigos mas encaram o LinkedIn como uma ferramenta importante.

Colocando na balança o conteúdo do trabalho e o employer brand, os perfis ligados a engenharia atribuem 90% ao conteúdo do trabalho e 10% ao employer brand. Já os perfis de TI atribuem 87% ao conteúdo do trabalho e os restantes 13% ao employer brand.

Quando questionados sobre o que procuram no empregador ideal, os perfis de engenharia e de TI valorizam fatores como equilíbrio trabalho – vida pessoal, progressão na carreira, ambiente de trabalho agradável e segurança no trabalho. A principal diferença destes perfis comparativamente à população em geral reside sobretudo no posicionamento da progressão da carreira como uma das motivações principais, ao contrário da população em geral que coloca fatores como por exemplo a segurança no trabalho como um item mais prioritário.

Perante o desafio de priorizar a tipologia de empresa onde gostaria de trabalhar verifica-se uma clara diferença entre estes perfis mais especializados e perfis mais gerais. Assim, enquanto os perfis mais gerais apontam ter o seu próprio negócio, trabalhar numa grande companhia multinacional e numa PME como prioridades, os perfis de engenharia e de TI colocam como prioridade trabalhar numa grande companhia multinacional e só depois ter um negócio próprio ou trabalhar numa PME.

Quando questionados se mudariam de setor onde trabalham atualmente, 38% dos perfis de TI afirmam que o fariam apenas se o salário e os benefícios fossem pelo menos semelhantes ao que auferem neste momento, enquanto 33% dos perfis de engenharia optaram pela mesma resposta. Outras razões apontadas para considerar uma mudança de setor é a possibilidade de não encontrar um emprego no setor (23% do setor de TI e 27% de engenharia) e sentir não estar enquadrado no setor (18% perfis de TI e 22% dos perfis de engenharia).

Ficha técnica do Randstad Award 2017
  • Amostra com 6902 participantes, com idades entre os 18 e os 65 anos, dos quais 47% do sexo masculino e 53% do sexo feminino
  • Estudo realizado em dezembro de 2016 através de questionário online CAWI
  • Amostra composta por estudantes, população ativa e desempregada

 

Outras notícias




73% das empresas já contratou através das redes sociais

A Michael Page, lança o Guia Rápido de Gestão da Reputação Online, uma ferramenta gratuita para ajudar os profissionais a gerirem e melhorarem a sua marca pessoal nas redes sociais.

 

A “explosão” das redes sociais está a impactar fortemente o mercado laboral, que cada vez mais recorre às mesmas como ferramenta adicional no momento de recrutar talento. Atualmente, 14,4 milhões de pessoas recorrem às redes sociais para procurar oportunidades e 58% dos profissionais segue as empresas nas quais quer trabalhar. Cada vez menos indiferentes a esta realidade, 73% das empresas já contratou através das redes sociais.

Joana Barros, Senior Marketing Coordinator da Michael Page, alerta que:

“não nos podemos esquecer que o que colocamos na internet se torna automaticamente público e “eterno”. Os comentários pessoais devem ser bem escolhidos pois podem beneficiar ou prejudicar a sua imagem. Trata-se simplesmente de pensar que o seu perfil nas redes sociais pode ser visto por recrutadores e há que ter cuidado com as opiniões em público”.

O Guia Rápido de Gestão da Reputação Online da Michael Page foi criado para ajudar os profissionais a aprenderem a gerir a sua presença online e a criarem uma marca pessoal que lhes permita aumentar a sua rede profissional, atrair novas oportunidades, tornar-se um influenciador na sua área e ganhar reconhecimento no seu setor.

Traduzindo-se num minisite, o Guia Rápido de Gestão da Reputação Online da Michael Page oferece uma rápida e clara explicação sobre marca pessoal e redes sociais, a visibilidade a que estão sujeitos os perfis online e sua influência.

#Dica

Alguns dos conselhos partilhados pela Michael Page:

  • Complete todos os campos do seu perfil.
  • Pesquise o seu nome nos motores de busca e redes sociais.
  • Seja consistente em todos os seus perfis.
  • Utilize imagens para tornar a sua presença nas redes sociais mais dinâmica.
  • Se necessário, apague conteúdos menos favoráveis ou com os quais já não se identifica.
  • Integre grupos do seu setor.

 

Para consultar o Guia Rápido de Gestão da Reputação Online, visite o minisite.

 

Outras notícias

 




Bill Gates diz quais serão as habilidades dos trabalhadores do futuro

Todos sabem que Bill Gates, o co-fundador da Microsoft, é mais que interessado nos assuntos que envolvem o futuro. Sempre empenhado em desenvolver novas tecnologias e projetos para a evolução da sociedade, o executivo faz questão de especular sobre as necessidades humanas para os próximos anos.

Durante uma conversa com o Editor Executivo do LinkedIn, Daniel Roth, Bill Gates revelou quais são suas apostas para as demandas da indústria. De acordo com ele, pessoas que possuem habilidades na ciência, engenharia e economia serão as mais procuradas e valorizadas a partir de agora. Para Gates, trabalhadores proficientes nesses assuntos serão “os agentes de mudança para todas as instituições”.

Ainda segundo o co-fundador da Microsoft, não é necessário que as pessoas sejam especialistas em programação ou em tabela periódica, mas é importante que todos saibam minimamente de que forma esses conhecimentos podem auxiliar nos negócios. “Eu penso que o conhecimento básico das ciências, habilidades matemáticas, economia serão exigidos em muitas carreiras do futuro”, disse Bill Gates.

Veja artigo completo aqui

Outras notícias que podem ser do seu interesse




Michael Page Porto reforça equipa devido a crescimento na região

A Michael Page Porto, reforça equipa para fazer face ao crescimento do recrutamento na região do Grande Porto, cujo volume de contratações em 2016 aumentou 32%.

A liderança da equipa permanece com Carlos Andrade, que passa a assumir o cargo de Executive Manager da Michael Page Porto. Com o recrutamento na região norte a crescer, motivado pelo aumento da confiança por parte de empresas e profissionais, a Michael Page reforça a equipa do Porto com a contratação de João Santos para robustecer a área de Engineering & Manufacturing.

Licenciado em Psicologia pela Universidade do Minho, Carlos Andrade lidera a equipa da Michael Page desde 2011 e ao longo do seu percurso profissional passou por entidades como o Grupo Sonae, onde assumiu o cargo de Técnico de Recursos Humanos, e pela Hays, onde desempenhou funções como consultor.

Carlos Andrade, Executive Manager da Michael Page Porto, refere que:

“a região está envolta num ambiente de otimismo criado pelas perspetivas de contratação e de investimento de empresas estrangeiras, tornando-se cada vez mais atrativa para empresas e profissionais. O crescimento das exportações e o aumento da procura no mercado estão a gerar um crescimento contínuo considerável dos processos de recrutamento, que tornou necessário o crescimento da equipa para dar resposta às necessidades dos nossos clientes.”

 

João Santos, o novo consultor da Michael Page Porto para a área de Engineering & Manufacturing, é licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto e detém Mestrado em Gestão de Serviços pela Católica Porto Business School. No passado, trabalhou com a Michael Page enquanto Analista.

Outras notícias




Empreendedorismo sénior agora é realidade

Com o objetivo de atenuar o desemprego na faixa etária acima dos 45, particularmente em indivíduos com elevados níveis de qualificação, a Fundação AEP lança o Empreender 45-60.

Uma Estratégia de Apoio ao Empreendedorismo Sénior.

O que se pretende é conseguir, até final de 2017, implementar dez projetos-piloto de empreendedorismo sénior, sustentado num modelo mutualista de geração de ideias e desenvolvimento de negócios inovadores, abrangendo atividades desde o desenvolvimento da ideia até à procura de financiamento para a criação do negócio.

O programa Empreender 45-60 tem previsto a identificação de modelos de apoio ao empreendedorismo sénior, recolhendo boas práticas internacionais passíveis de serem adaptadas à realidade de Portugal, assim como a avaliação do estado da arte na Região Norte sobre o desemprego qualificado sénior e a implementação do Programa Piloto de Apoio ao Empreendedorismo “Senior Match Business – Crie o Seu Negócio”.

Como forma de promover a sensibilização e a tomada de consciência global para esta problemática vão ser dinamizados, nas cidades do norte durante os meses de abril e maio seminários e workshops Porto, Guimarães, Vila Real e Viana do Castelo.

O Empreender 45-60 – Uma Estratégia de Apoio ao Empreendedorismo Sénior na Região Norte é um projeto da Fundação AEP, apoiado pelo Portugal 2020, no âmbito do Norte 2020 – Sistema de Apoio a Ações Coletivas – Promoção do Espírito Empresarial, e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Para mais informações consulte.

Outras notícias




Quais as marcas mais relevantes para os Portugueses?

Os resultados do estudo Meaningful Brands Portugal 2017 do Havas Media Group revelam que Google, Youtube e Olá são as marcas que os portugueses consideram mais relevantes.

Das 87 marcas analisadas em 2015 e 2017, este ano aumentou o número de marcas relevantes – 37% contra as 26% de 2015. Mesmo assim, no total das 110 marcas analisadas em 2017, 67% poderiam desaparecer sem a maioria das pessoas se importar.

O Meaningful Brands – a métrica de força de marca do Havas Media Group – é o primeiro estudo global que mostra como a nossa qualidade de vida e bem-estar se relacionam com as marcas a nível empresarial. É único, tanto em escala – 1500 marcas e mais de 375 mil pessoas em 33 países – e âmbito. O estudo determina a relevância das marcas junto dos consumidores, bem como o impacto dos benefícios das marcas na qualidade de vida das pessoas.

Segundo estes mesmos resultados, as expectativas das pessoas continuam a aumentar com relação às marcas. Neste estudo, 84% das pessoas acham que as marcas devem melhorar a nossa qualidade de vida e bem-estar, contra 80% em 2015 e 67% em 2013. Apesar disto, apenas 43% das pessoas acham que as marcas estão a cumprir bem este papel. Ainda assim, os consumidores parecem ser capazes de recompensar este esforço, já que 71% dos portugueses afirma preferir comprar de empresas conhecidas por ter um propósito que não os meros lucros. Esta é uma evolução significativa da percentagem de 2015 que se ficava nos 50%.

Internet & Media é setor mais relevante

Dos dez sectores analisados, aquele que é considerado mais relevante é o de Internet & Media, logo seguido do de Transportes, Alimentação e Bens de Consumo (estes três últimos eram na edição de 2015 os três setores mais relevantes). De assinalar a grande subida do setor de Internet & Media, que em 2015 ocupava a quarta posição. Tal como em 2015, o setor menos relevante é o sector Financeiro e de Seguros. Comparando com os resultados globais, verifica-se que, em Portugal, há uma maior valorização dos setores de Internet & Media e Transportes. Já os setores de Retalho e Automóvel ficam abaixo no nosso País do que na avaliação global.

Rui Almeida, Data & Consumer Insights Director Havas Media Group, comentou:

“As 10 marcas mais relevantes em Portugal são marcas com um histórico já consolidado a desempenhar um papel na vida das pessoas. Todas têm um desempenho acima da média nos três pilares de relevância: funcional, pessoal e coletivo. Ainda assim, neste momento, as marcas são melhor classificadas pelas pessoas como tendo impacto no bem-estar coletivo do que pessoal, residindo aqui o grande desafio para as marcas que se queiram tornar imprescindíveis. É interessante também verificar nestes resultados que, não só os portugueses têm maiores expetativas com relação às marcas, como também a percentagem daqueles que estão dispostos a recompensa-las através da sua preferência é maior.”


Ranking de Marcas e de Setores

Na edição de 2017 do estudo Meaningful Brand Portugal foram analisadas 110 marcas, de 10 sectores de atividade: Internet & Media, Transportes, Alimentação, Bens de Consumo, Retalho, Bebidas, Eletrónica e Telecomunicações, Automóvel, Energia e Finança e Seguros. A recolha de informação decorreu de Setembro a Novembro de 2016, com base numa amostra de 12.034 entrevistas, representativa da população maior de 18 anos.

 

Outras notícias




Futurália 2017 inaugurada por Marcelo Rebelo de Sousa

A 10ª edição da Futurália começa amanhã, dia 29 de Março, e contará com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na cerimónia oficial de abertura que terá lugar às 15 horas, no Pavilhão 3 da FIL, no Parque das Nações.

A maior Feira de Educação, Formação e Empregabilidade do País, que decorre até ao próximo dia 1 de Abril, terá à disposição dos visitantes uma mostra abrangente de todas as áreas e níveis de qualificação, tanto de ensino superior como do ensino profissional, numa área de exposição superior a 20.000m2, onde estarão representadas instituições de cerca de 20 países.

Da edição deste ano, destaque também para o Fórum “Indústria 4.0 – Aprender, Trabalhar e Competir”, que vai realizar-se no dia 31 de Março, um iniciativa que visa envolver atores do diálogo social e as diferentes partes interessadas na discussão e antecipação de propostas e soluções suscitadas pela indústria 4.0 em torno de áreas estratégicas de cooperação em matéria de educação, emprego e juventude, e que vai contar com um conceituado painel de oradores.

Complementarmente à Feira voltam a realizar-se iniciativas como a Dream Conf – Conferência do Sonhadorismo -, o Teatro Inglês Interativo, a Conferência Gap Year, diversos workshops e inúmeras atividades de carácter lúdico e de animação, num certame que pretende oferecer aos jovens a possibilidade de interagir, vivenciar e experimentar várias profissões, com o objetivo de os ajudar a encontrar o seu talento ou as áreas de interesse.

A Futurália decorre entre 29 de Março e 1 de Abril, nos Pavilhões 3 e 4 da FIL. De quarta a sexta entre as 10h e as 19h, sábado entre as 11h e as 20h.

Outras notícias




Top 3 das profissões mais procuradas em Regime de Trabalho Temporário

A Adecco Portugal, acaba de revelar, o Top das principais profissões procuradas pelas empresas que contratam os seus serviços, de forma a fornecer informação detalhada sobre as mais procuradas em regime de Trabalho Temporário e Outsourcing.

  • Auxiliar de Produção
  • Operador de Armazém
  • Assistente de Loja 

Desta forma, o Top 3 das profissões mais procuradas em Regime de Trabalho Temporário em Portugal é constituído por Auxiliar de Produção, com cerca de 3200 colocações, Operador de Armazém, com 1800 e Assistente de Loja, com 730.

Já no que se refere ao Outsourcing, o ranking é ocupado pelas funções de Promotora (420 colocações), Operador de Armazém (2800 colocações) e Administrativa/Back Office (450 colocações).   

No Norte do país as profissões relacionadas com a área industrial e retalho para trabalho temporário e outsourcing são as mais procuradas. No centro as funções vencedoras são na área do retalho e administrativa. Já no Sul, o destaque vai para a área industrial e logística.

Outro dado interessante para análise refere-se ao facto de mais de 50% dos colaboradores que iniciam a sua actividade em regime de trabalho temporário, serem contratados posteriormente para integrar a empresa com um vinculo contratual direto e a termo.

“Na Adecco temos o objetivo de, independentemente a profissão, encontrar o melhor perfil para a vaga disponível. Essa preocupação e objetivo faz com que muitos dos candidatos indicados pela empresa tenham uma taxa de retenção elevada. Trata-se de um enorme benefício tanto para o colaborador, como para a própria empresa. É sinal que o nosso trabalho está a cumprir todos os requisitos no que se refere à disponibilização de Recursos Humanos”

Refere Carla Rebelo, Diretora Geral da Adecco Portugal.

Com estes dados a Adecco revela ao mercado as principais tendências ao nível do Trabalho Temporário e Outsourcing, de forma a fornecer informação detalhada sobre as profissões mais procuradas a nível nacional.


Nota: Dados reunidos internamente e referentes à actividade de 2016 da Adecco Portugal.


Outras notícias




As áreas em Portugal com maior desequilíbrio entre homens e mulheres.

De acordo com os dados de um inquérito realizado pela Hays, grupo líder mundial em recrutamento especializado, a maioria dos postos de trabalho qualificados em Portugal ainda é ocupada por homens.

 

Em algumas áreas, esta discrepância é particularmente acentuada, como é o caso de Tecnologias da Informação onde apenas 13% dos profissionais qualificados são mulheres. Na área de Engenharia (excluindo TI) esta percentagem é de 19%, e em Turismo e Lazer situa-se nos 32%.

 

De um total de 11 áreas analisadas, apenas duas se apresentam como maioritariamente femininas: tanto Recursos Humanos como Office Support / Customer Service apresentam uma percentagem de 74% de mulheres. 

 

Estes dados fazem parte do Guia do Mercado Laboral 2017, uma análise detalhada das tendências do mercado de trabalho qualificado em Portugal que tem como base inquéritos efetuados junto de 2641 profissionais qualificados e 847 empregadores, além de milhares de entrevistas e reuniões realizadas pela Hays em todo o país. O estudo aborda as políticas retributivas e os valores salariais mínimos, médios e máximos para mais de 250 funções qualificadas, além das motivações dos profissionais portugueses, as preferências de quem está a contratar e as profissões mais recrutadas em todos os setores.

Outras conclusões do Guia do Mercado Laboral 2017:

 

  • Pela primeira vez, a percentagem de empregadores a nível nacional que querem contratar (73%) ultrapassou a de profissionais que pretendem mudar de emprego (71%);
  • 73% dos profissionais estão insatisfeitos com a sua progressão de carreira e 60% estão insatisfeitos com o pacote salarial;
  • 59% dos empregadores consideram que as instituições de ensino não preparam adequadamente os profissionais para o mercado de trabalho;

 

Outras notícias