Blended Training Services junta-se ao maior concurso de empreendedorismo do país

A BTS – Blending Training ServicesAcredita Portugal celebraram uma parceria com o objetivo de ajudar os empreendedores portugueses no maior concurso de empreendedorismo do país e 2º maior do mundo.  A BTS, empresa dedicada ao acompanhamento de negócio em formação irá realizar sessões de Técnicas de Negociação aos finalistas durante o período de pré-aceleração do Concurso Montepio Acredita Portugal.

As 21 melhores ideias de negócio desta edição do concurso adquiriram competências para o desenvolvimento e implementação dos respetivos projetos com a ajuda de especialistas e mentores.

“A formação nesta área é extremamente importante para os empreendedores, uma vez que a negociação é uma ferramenta que os vai acompanhar desde o início. Para além do trabalho árduo, o crescimento de uma startup está assente na sua capacidade de se adaptar e saber negociar”, diz Sara Bernardino, COO da Acredita Portugal.

No total, o concurso Montepio Acredita Portugal recebeu 11 477 candidaturas. O maior número de projetos submetidos está relacionado com as áreas de Empreendedorismo Social (2.050 candidaturas), Tecnologia (1.073), Comércio (898), Restauração (645) e Indústria (635).

 

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Fundação AFID Diferença lança nova edição da revista Diferença

A Fundação AFID Diferença, que apoia crianças, jovens e idosos com deficiência, lança este mês a mais recente edição da revista Diferença. Considerando a génese e os objetivos da instituição, o número 21 da revista aborda temáticas ligadas às pessoas com deficiência, nomeadamente a saúde mental, a autodeterminação e auto-representação, a vida autónoma e independente e a prática de desporto. Na nova edição é possível ler-se artigos referentes a outras áreas de atividade da Fundação, como a qualidade de vida de pessoas idosas e crianças, e artigos escritos por técnicos da instituição e colaboradores que trabalham de perto com a Fundação – o Dr. Pedro Varandas, psiquiatra e Diretor do Centro Irmãs Hospitaleiras de Lisboa, Mário Lopes, presidente da Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência, Ana Paula Ventura, da Direção de Enfermagem do Centro Hospitalar MediaTejo, e Paula Guimarães, diretora da Fundação Montepio, que escreveu a nota de abertura da Revista. Esta edição dá conta, ainda, das atividades desenvolvidas pela instituição.

Sem nunca esquecer o trabalho iniciado pela Dra. Maria Lutegarda Justo, a revista Diferença mostra o legado deixado pela diretora. Considerada uma das forças motoras da instituição, a Dra. Maria Lutegarda Justo deu o mote a muitas das iniciativas que se viram concluídas após o seu desaparecimento. Recorde-se que a edição passada da revista, lançada no aniversário da Fundação, apresentava um caderno especial dedicado à vida e legado da antiga diretora da AFID.

 

O editorial do n.º 21 da revista é escrito pelo presidente do Conselho de Administração da Fundação AFID Diferença, Domingos Rosa, que afirma que “volvido um ano do desaparecimento da Dra. Maria Lutegarda, Assessora da Administração, Diretora da Ação Social da Fundação AFID Diferença e Diretora da Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoas Deficientes (AFID), o clima institucional e organizacional da Fundação não abanou, nem se alterou”. “Antes reforçámos a nossa intervenção de qualidade na área social. As saudades são imensas, a falta da sua orientação técnica e de gestão é evidente, mas o seu espírito e a sua filosofia de atuação permanecem, constituindo um tributo ao seu legado”, reconhece.

 

 

 

Conheça a Fundação AFID Diferença.

 

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Limiano apresenta projeto de responsabilidade social – “Hora do Natal”

O Natal é sempre a correr. É a festa do colégio, o jantar da empresa, o presente que falta e a fila do bolo-rei que nunca mais acaba. E depois ainda falta enviar 300 mensagens de Boas Festas na consoada… Jantar em casa da mãe e abrir os presentes na da sogra também faz parte. E tudo tem que sair bem porque o Natal quer-se perfeito, ainda que todos saibamos que são as imperfeições que o tornam especial.

O Natal não tem que ser perfeito para ser especial…

Partindo deste manifesto, Limiano acaba de lançar a “ HORA DO NATAL ” , um projeto de responsabilidade social que visa ajudar famílias carenciadas, através da doação de queijo. Limiano vai dedicar uma hora da produção da sua fábrica a esta iniciativa. Todo o queijo que for produzido pelos seus colaboradores durante esse período de tempo será doado a diferentes instituições de norte a sul do país, que dão apoio a famílias carenciadas.

“Sabemos que esta é uma época de consumismo, em que andamos obcecados em comprar presentes e muitas vezes esquecemo-nos que é preciso parar e pensar nos outros. Com esta iniciativa pretendemos inspirar os portugueses a parar e pensar no que realmente torna o Natal mais especial, através do movimento #horadonatal. Este projeto está disponível nas nossas plataformas digitais e convida todos os portugueses a dedicar uma hora do seu tempo a melhorar Natal de alguém. Escrever dedicatórias personalizadas nos presentes, oferecer brinquedos que já não usa no infantário do bairro ou fazer um programa com os avós… cada um decide o que vai fazer na sua Hora do Natal, o importante é deixar alguém feliz” , comenta Cátia Dias, Marketing Manager da marca Limiano.  Nós enquanto marca vamos oferecer aquilo que melhor sabemos fazer: o nosso queijo. Vamos dedicar uma hora da produção da nossa fábrica a esta iniciativa. Todo o queijo que for produzido pelos nossos colaboradores durante esse período, será doado a famílias carenciadas. Estamos todos mobilizados e muitos felizes por poder ajudar.” , conclui Cátia Dias.

A esta iniciativa juntaram-se os apresentadores de televisão Rita Ferro Rodrigues João Baião , que partilharam em vídeo o que vão fazer na sua “ HORA DO NATAL ”.


Sobre Limiano: Limiano é a marca líder do mercado de queijo em Portugal, liderando também os rankings de notoriedade e preferência. É uma marca Portuguesa com quase 60 anos.

Sobre a Bel Portugal: Bel Portugal www.belportugal.pt ) é uma empresa especialista em queijo, com várias marcas que fazem parte dos hábitos alimentares dos portugueses há gerações. É líder do mercado de queijo, detendo as duas maiores marcas –Limiano www.limiano.pt ) e Terra Nostra www.terra-nostra.pt ).

 

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Estudo Boyden: Colaboradores exigem Responsabilidade Social Corporativa

O estudo desenvolvido pela Boyden mostra que a esmagadora maioria dos Millennials no mercado de trabalho se encontram mais recetivos a integrar uma organização com um programa de responsabilidade social. Face a esta exigência dos colaboradores, os CEO e a gestão sénior está a envolver-se de forma mais próxima nesta dimensão corporativa, cada vez mais crucial à visão e sucesso a longo-prazo nas organizações. 

O estudo “Executive Monitor: CEOs and the New CSR Priority”, desenvolvido pela Boyden, aponta para uma tendência entre CEO e outros cargos na gestão executiva nas organizações para se envolverem de forma mais próxima na área da Responsabilidade Social. Estes programas surgem como parte integrante na cultura empresarial, fator de diferenciação e elemento potenciador da relação estabelecida com clientes e colaboradores.

Em Portugal a área surge com uma visão global positiva. Dados do estudo Social Innovation Index 2016, desenvolvido pela revista The Economist, apontam para apenas sete países a nível mundial que alcançam a pontuação máxima relativamente à política nacional empreendida sobre este tema, não só definindo políticas concretas como também as implementando; Portugal é um deles. Paralelamente, entre os fatores mais relevantes para a capacidade de um país encorajar a inovação social encontra-se a qualidade do seu quadro institucional, que possibilita que as soluções possíveis já identificadas sejam colocadas em prática. Portugal fecha o “top 15” nesta matéria.

Para Fernando Neves de Almeida, Managing Partner da Boyden Global Executive Search Portugal, “os resultados da avaliação conduzida pela Boyden apontam para a dimensão da Responsabilidade Social Corporativa enquanto plataforma eficaz para envolver colaboradores, atrair clientes, gerir recursos e manter um cenário de competitividade acrescida. A ênfase nesta vertente encontra-se a conduzir a Gestão para se envolver num diálogo mais amplo com uma larga variedade de stakeholders, num debate amplo que envolve também o Setor Público e a sociedade civil, no sentido de procurar soluções e medidas mais eficazes ao nível do impacto social das suas organizações”.

O relatório “Executive Monitor” da Boyden incluiu uma avaliação realizada junto de mais de 500 profissionais no mercado britânico, no passado mês de agosto, e revela que uma elevada percentagem (88%) dos entrevistados acredita que é importante que o CEO da empresa pratique um papel ativo na Responsabilidade Social e atue como um porta-voz das atividades neste contexto. Também significativa é a constatação que 83% dos Millennials inquiridos afirmam estar mais propensos a trabalhar numa empresa com um programa robusto de Responsabilidade Social.

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O Onyria Running Challenge está a chegar!

Onyria Golf Resorts realiza no próximo dia 17 de dezembro, em Cascais, o ‘Onyria Running Challenge’ 2017.

Tendo desde sempre a Talenter™ como patrocinadora oficial, esta edição do Onyria Running Challenge visa o apoio ao Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes – CRID na compra de uma carrinha de transporte de utentes.

Esta corrida solidária nasceu no seio do Grupo Onyria que em 2014 se mobilizou para recolher fundos para um colaborador com leucemia e nesta 4ª edição o propósito mantém-se: ajudar novamente um dos colaboradores com necessidades a nível familiar e diretamente ligadas à instituição visada. Todas as verbas apuradas com a corrida serão entregues ao CRID.

Paulo Figueiredo, Diretor Geral de Operações do Grupo Onyria, afirma que “procuramos estar atentos às necessidades dos nossos colaboradores e esta é também uma forma de ajudar outras pessoas que partilhem do mesmo problema. Juntar o desporto a boas causas é uma fórmula mágica que normalmente mobiliza um verdadeiro movimento cívico junto da sociedade. No total das três edições anteriores desta iniciativa contámos com a participação de cerca de 2.000 atletas e caminhantes e para este ano gostaríamos de chegar aos 1.000 atletas, de forma a ajudar convenientemente esta causa solidária”.

Onyria Running Challenge é constituído por uma corrida de 10km com partida às 10h00 e por uma caminhada de 4km, com partida do mesmo local, junto ao Farol da Guia/Estrada do Guincho, às 10h15.

As inscrições no ‘Onyria Running Challenge’ 2017 poderão ser realizadas aqui.

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Igualdade de Género no Mundo do Trabalho: Ambição no Feminino

Há ainda grandes e surpreendentes diferenças no que se refere à perceção de igualdade entre géneros no local de trabalho: quando questionados sobre a igualdade de oportunidades de carreira, 70% dos homens afirmam existir iguais oportunidades para homens e mulheres, enquanto apenas 44% das mulheres dão a mesma resposta.

O relatório “Igualdade de Género no Mundo do Trabalho: Ambição no Feminino”, realizado pela Hays Portugal, teve como objetivo identificar as diferenças de perceção entre géneros face às ambições de carreira. De acordo com este relatório, 88% dos profissionais inquiridos ambicionam, na sua carreira profissional, alcançar uma posição de liderança. Quando questionados, 50% dos homens afirmam querer atingir o cargo de Managing Director/CEO, enquanto apenas 34% das mulheres ambicionam esta posição de liderança.

Uma das possíveis justificações para esta diferença de ambições pode dever-se ao facto de, atualmente, 83% dos portugueses afirmarem que a pessoa mais sénior na empresa com a qual colaboram é um homem. A questão que se coloca é: será que as mulheres não se reveem neste papel de liderança porque não encontram exemplos práticos a seguir? Ou será que as organizações portuguesas não estão preparadas para permitir que as mulheres assumam estes papéis de liderança?

“Apesar de se sentir uma predominância masculina nas empresas, esta não deve ter qualquer impacto naquilo que são as tendências de recrutamento – o género não deve influenciar a ambição de carreira, a promoção ou o salário”, afirma Paula Baptista, Managing Director da Hays Portugal. E acrescenta, “em posições de direção, ainda se sente uma maior presença masculina, havendo uma ausência de referências para as mulheres que ambicionam cargos de direção. Sabendo isto, as organizações devem caminhar para um equilíbrio entre géneros, promovendo a ambição das mulheres a estes cargos”.

Quando se fala em ambições de carreira é essencial analisar o papel das organizações no desenvolvimento dos seus profissionais. Quando questionados, 60% dos profissionais afirmam não ter um plano de desenvolvimento da sua carreira, o que pode estar intrinsecamente ligado à sua ambição e motivação dentro da organização. “O plano de carreira pode ser uma ferramenta e um método para a organização conhecer as ambições dos seus profissionais e para apoiá-los no seu desenvolvimento individual, aumentando assim a sua retenção”, reforça a Managing Director da Hays Portugal.

Em suma, as mulheres ambicionam chegar a cargos mais seniores nas organizações, mas o número de mulheres que os ocupam atualmente é ainda reduzido. Os empregadores devem desenvolver um plano de carreira que seja claro e comunicá-lo abertamente, para que as mulheres se sintam encorajadas a desenvolver a sua carreira. Estas políticas vão permitir que as organizações tenham mulheres talentosas e ambiciosas na sua estrutura e em cargos de liderança.

A igualdade de género no mundo do trabalho é tão importante para as empresas, que devem garantir a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, como para os profissionais, que devem perceber qual o seu papel na promoção da igualdade. Segundo o relatório da Hays Portugal, apenas 40% das mulheres inquiridas afirmam existir igualdade de oportunidades, enquanto quase dois terços (69%) dos homens inquiridos partilham desta opinião. No total dos inquiridos, apenas 50% afirma existir igualdade de oportunidades entre géneros, o que mostra ainda uma clara divisão de opiniões sobre este assunto.

Metodologia
Este relatório foi redigido a partir de dados reunidos no primeiro semestre de 2017. As conclusões deste estudo foram baseadas num inquérito feito a mais de 700 indivíduos em Portugal (50% mulheres, 49% homens e 1% prefere não responder).

 

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Fundação Ageas e Ageas Portugal lançam leilão solidário

A Fundação Ageas e a Ageas Portugal, apresentam a sua mais recente iniciativa, que irá reverter a favor de projetos de apoio à infância. O leilão solidário conta com 13 obras de artistas com diferentes backgrounds, que têm em comum a paixão pela arte. As obras estão expostas no Espaço Cultura do Edifício Ageas, no Parque das Nações. Os participantes podem licitar até ao dia 15 de dezembro de 2017, inscrevendo-se na plataforma esolidar.

Ao lançar esta iniciativa solidária, a Fundação Ageas, pretende recolher fundos para aumentar o apoio à infância, alinhada com a sua missão de apoiar a comunidade promovendo o voluntariado corporativo e desenvolvendo programas com impacto social, numa visão de contribuir para comunidades inclusivas e resilientes.

“Durante o ano de 2016, organizamos 215 ações de solidariedade social e apoiando 91 instituições, das quais 30 se dedicam ao apoio a crianças e jovens. O nosso papel de intervenção solidária na comunidade, envolve voluntários de todas as empresas do Grupo Ageas em Portugal, humanizando assim o serviço que a Fundação presta às comunidades locais.” afirma Célia Inácio, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Ageas.

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Selo da Diversidade premiou práticas inclusivas nas organizações

Doze práticas para a diversidade foram reconhecidas, na passada sexta-feira, na primeira edição dos Selos da Diversidade, na Gala da Carta Portuguesa Para a Diversidade, no Auditório da Universidade Atlântica, em Lisboa.

A EDP foi a empresa mais premiada, ao angariar um Selo da Diversidade, na categoria de “Desenvolvimento profissional e progressão na carreira”, e três menções honrosas, nas categorias de “Cultura organizacional”, “Recrutamento, seleção e práticas de gestão de pessoas” e “Condições de trabalho e acessibilidades”.

A Ericsson venceu o Selo na categoria “Compromisso da gestão de topo e dos outros níveis hierárquicos”, bem como uma menção honrosa na categoria de “Condições de trabalho e acessibilidades”.

A categoria de “Cultura organizacional” apenas teve menções honrosas – além da EDP, foram ainda distinguidas o BNP Paribas  e a Essilor.

A Fundação AFID Diferença arrecadou o Selo na categoria “Comunicação da Carta e dos seus princípios”, enquanto a Media em Movimento foi distinguida com uma menção honrosa na mesma categoria.

Já a Câmara Municipal de Lisboa venceu o Selo da Diversidade na categoria de “Condições de trabalho e acessibilidades e, além da EDP e da Ericsson, também a L’Oréal recebeu uma menção honrosa.

Presente na cerimónia, a secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, elogiou o trabalho levado a cabo pela comissão executiva da Carta Portuguesa para a Diversidade, que decidiu este ano lançar o Selo da Diversidade.

“A gestão da diversidade é um imperativo estratégico para as empresas e organizações em resposta a sociedades cada vez mais diversas. Não podemos acreditar que a inclusão da diversidade e da diferença se faz de forma natural, recaindo sobre as organizações desafios particulares de inclusão e de garantia do pluralismo”, disse, acrescentando que “é fundamental mudar a cultura e as práticas de gestão para que as características e competências de cada pessoa possam ser integradas, respeitadas e valorizadas”.

Já a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, sublinhou “as problemáticas relacionadas com a inclusão das pessoas com deficiência”, uma área que considera ser preciso “trabalhar bastante”.

“Muitas vezes ficamo-nos pelas questões da diversidade de género, étnica, social… a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho é uma necessidade real de que até temos consciência, mas se calhar nunca parámos para pensar quantos colegas com deficiência temos”, afirmou.

“Diversidade é acabar com as caixas, deixar de ver as caixas e conseguir ver o conteúdo que lá está dentro, de preferência mesclado, misturado, por forma que as diferenças sejam cada vez mais ténues e que não nos apercebamos delas”, acrescentou.

Carta já conta com 193 signatários

Durante a Gala, Carla Calado, gestora de projetos da Fundação Aga Khan e membro da comissão executiva da Carta Portuguesa para a Diversidade, anunciou que são já 193 os signatários deste instrumento de promoção da diversidade e sublinhou o papel da Delegação Norte da Carta Portuguesa para a Diversidade, que fez aumentar o número de organizações signatárias nesta região.

Atualmente, 44% dos signatários são empresas, 35% são organizações sem fins lucrativos, 15% são organizações públicas, havendo 4% de instituições de ensino e de associações empresariais. Destes, 69% estão em Lisboa e 22% no Norte, havendo ainda 1% de signatários do Alentejo e Algarve e 1% nos Açores.

Carla Calado adiantou que será lançado em breve um toolkit de apoio à implementação de práticas, instrumento que já suscitou interesse da parte da Comissão Europeia para a sua replicação a nível europeu.

Já Cristina Milagre, do Alto Comissariado para as Migrações, também membro da comissão executiva, sublinhou que a “Carta Portuguesa para a Diversidade surge como um movimento natural das organizações e não como um pedido, uma exigência feita pela política pública ou alguma organização de associados”.

“Contudo, sentimos falta de iniciativas de recrutamento e seleção da parte das organizações. É um primeiro passo que tem de ser muito investido”, vincou.

A Gala contou, ainda, com dois momentos musicais, o primeiro do coro Mãos que Cantam, composto por alunos surdos da licenciatura e mestrado em Língua Gestual Portuguesa do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica, e o segundo protagonizado pelo grupo Kalunga Project.

Recorde-se que a primeira edição do Selo da Diversidade foi lançada no passado dia 22 de maio, no primeiro Fórum Nacional para a Diversidade, que decorreu no ISCTE-IUL, em Lisboa.

O júri desta primeira edição foi composto por Sara Ramos, professora auxiliar do Departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional do ISCTE-IUL, Miguel Vale de Almeida, antropólogo e antigo deputado da Assembleia da República, Julieta Sanches, presidente da FENACERCI, Mário Parra da Silva, fundador e presidente da Associação Portuguesa de Ética Empresarial, e Fausto Amaro, professor catedrático e vice-reitor de coordenação académica da Universidade Atlântica.

Premiados do Selo da Diversidade

Categoria 1 – Compromisso da gestão de topo e dos outros níveis hierárquicos

Selo – Ericsson – projeto “Formação em Enviesamento Inconsciente”

Categoria 2 – Cultura organizacional

Menções honrosas:

  • BNP Paribas – projeto “Welcome Disability – a Diverse Approach to Talent Sourcing
  • EDP – projeto “Tagga o Teu Futuro”
  • Essilor – projeto “Diversidade e Inclusão – um Valor Essilor”

Categoria 3 – Recrutamento, seleção e práticas de gestão de pessoas

Menção honrosa:

– EDP – projeto “Inspiring Camp”

Categoria 4 – Desenvolvimento Profissional e Progressão na Carreira

Selo – EDP – projeto “Formação Enviesamento Inconsciente – Potenciar a Diversidade e Inclusão

Categoria 5 – Comunicação da Carta e dos seus Princípios

Selo – Fundação AFID Diferença – projeto “Diversid’ARTE”

Menção honrosa:

Media em Movimento – projeto “Divulgação da Diversidade”

Categoria 6 – Condições de trabalho e acessibilidades

Selo – Câmara Municipal de Lisboa – projeto “Medidas de Conciliação

Menções honrosas:

– EDP – projeto “Parceria com Places4all”

– L’Oréal Portugal – projeto “Share&Care”

– Ericsson – projeto “Condições de Trabalho para Todos”

Sobre a Carta Portuguesa para a Diversidade:

Carta para a Diversidade, iniciativa da Comissão Europeia, é um dos instrumentos voluntários criados com o objetivo de encorajar os empregadores a implementar e desenvolver políticas e práticas internas de promoção da diversidade.

A Carta descreve medidas concretas que podem ser tomadas para promover a diversidade e a igualdade de oportunidades no trabalho independentemente da origem cultural, étnica e social, orientação sexual, género, idade, caraterísticas físicas, estilo pessoal e religião.

Carta Portuguesa para a Diversidade surge em linha com os esforços encetados pela Comissão Europeia e com as prioridades da Estratégia Europa 2020. A discriminação tem sido uma matéria à qual a União Europeia tem dedicado especial atenção, nomeadamente na aplicação do princípio da igualdade de tratamento entre as pessoas, sem distinção de género (Diretiva 2006/54/CE, de 5 de julho de 2006), origem racial ou étnica (Diretiva 2000/43/EC, de 29 de junho de 2000), ou no estabelecimento de um quadro geral de tratamento no emprego e na atividade profissional (Diretiva 2000-78-CE, de 27 de novembro de 2000).

A Carta Portuguesa para a Diversidade conta atualmente com 193 organizações signatárias. A Comissão Executiva é composta pelo Alto Comissariado para as Migrações, Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Instituto Nacional para a Reabilitação, GRACE, Fundação Aga Khan e pelo ISCTE-IUL.

 

 

Mais em: www.cartadiversidade.pt

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Adecco já angariou mais de 2 milhões de Euros com programa Win4Youth

A Adecco, multinacional líder na gestão de recursos humanos, anuncia a 8.ª edição do seu programa de responsabilidade social Win4Youth. Através deste programa, colaboradores, clientes e associados do Grupo Adecco, a nível global, são convidados a juntar-se a esta causa e através da prática da modalidade desportiva escolhida, contribuir para a ajuda efetiva de várias instituições de caridade social juvenil, em todo o mundo.

Desta forma, os quilómetros percorridos pelos participantes convertem-se em fundos que se destinam a tais associações.

Em Portugal, 100 colaboradores da Adecco contribuem ativamente este ano para o programa e já conseguiram mais de 9.000 quilómetros para a iniciativa, até à data.

Criado em 2010, o programa Win4Youth já angariou, até ao momento, mais de 2 milhões de euros, a nível global, para diversas instituições de caridade juvenil, tendo contribuído diretamente para o auxílio de crianças e famílias desfavorecidas que necessitam de melhores condições de vida, bem como de apoio extra no seu dia-a-dia.

Trata-se de uma iniciativa em que se pretende aliar a vertente desportiva, a uma vertente de responsabilidade social, contando com o empenho de todos os que de alguma forma, se relacionam com a Adecco, desde colaboradores a associados.

Segundo Carla Rebelo, diretora geral da Adecco, “Este ano, até ao momento encontram-se envolvidas neste projeto cerca de 33 mil pessoas, que tem já um impacto muito interessante a nível mundial. O Win4Youth reflete o espírito de equipa e entreajuda, a união e a nossa paixão. Conceitos chave para a Adecco. Tentamos desenvolver continuamente novas ideias que façam a diferença e que, concretamente, criem valor a nível social. Estamos muito orgulhosos deste programa, que já superou largamente as nossas expetativas, desde o seu início”.

A modalidade escolhida para 2017 é o triatlo, que combina natação, ciclismo e corrida, sem interrupções.

Alguns colaboradores, nomeadamente da Adecco Portugal, levam o desafio mais a sério e marcam presença em eventos de destaque, a nível nacional e internacional, com provas de triatlo e maratonas que reúnem os melhores desportistas. Carina Sousa, colaboradora da Adecco Portugal, é este ano a embaixadora portuguesa da empresa e em Outubro estará presente no Triatlo de Barcelona. Todos os quilómetros contam para o programa Win4Youth.

Qualquer um pode ajudar e fazer parte da iniciativa, sendo que para isso basta apenas descarregar a aplicação win4youth e começar a amealhar quilómetros.

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Mulheres gestoras querem maior diversidade na liderança das empresas

A diversidade aumenta o desempenho da empresa e não se limita ao género, incluindo também aspetos como etnia, religião, orientação sexual, incapacidade física ou geração.

A Women Leadership Team (WLT), organização que pretende fomentar a diversidade na liderança das empresas, organizou sua conferência anual em Paris, sobre o tema da diversidade nos negócios. Mais de 200 líderes empresariais, homens e mulheres, estiveram presentes no evento no prestigiado cenário do Cercle de l’Union Interalliée. A liderar esta iniciativa esteve a gestora de um grupo de origem portuguesa.

Jacqueline Legrand, presidente e fundadora da WLT e que é administradora no grupo multinacional de origem portuguesa MDS, posicionou a diversidade no contexto de um desafio emergente e crítico para empresas e para a sociedade. “A diversidade não se limita ao género, mas também aborda outros aspetos que forjam nossa identidade ao longo de nossas vidas, como, por exemplo, etnia, religião, orientação sexual, incapacidade física ou geração. A diversidade aumenta o desempenho da empresa e com a chegada da geração milenar, a inevitável mudança de cultura acelerará consideravelmente. Essa transformação acontecerá connosco, sem nós ou contra nós “, afirmou a Chief Operations Officer do Grupo MDS.

No decorrer da conferência, líderes empresariais e especialistas em diversidade partilharam seus pontos de vista sobre este grande desafio, que será do interesse de todas as empresas nos próximos anos.

Após uma apresentação de Claude Fromageot, presidente da Fundação Yves Rocher, que evocou o contributo económico das mulheres na sociedade, Nathalie Balla, co-diretor-geral da La Redoute, explicou como a diversidade foi um fator crítico na recuperação de sua empresa. Já Estelle Dufetel, líder e fundadora da Bboosstt, apresentou ações concretas realizadas por grandes empresas para apoiar os novos empregados e, assim, continuar a atrair a nova geração. Emmanuelle Duez, jovem empreendedora, conferencista e fundadora da WoMen’Up, uma associação que aborda temas de género e geração, relatou com energia e humor a necessidade de as organizações mudarem o seu modo de operação para se adaptarem à nova geração, cujas expectativas são semelhantes às associadas às mulheres: horário de trabalho flexível e reconhecimento do desempenho individual.

Alan de Bruyne, senior associate da Pluribus, reforçou a importância do compromisso dos líderes com a transformação cultural das empresas, num momento em que “a diversidade é uma realidade, mas a inclusão continua a ser uma escolha”. A mesa redonda, que reuniu líderes de diversidade da Drivye e da Accenture, foi o palco para um debate animado sobre o tema da integração das novas gerações no local de trabalho.

A Women Leadership Team (WLT) reúne 20 mulheres líderes empresariais da Europa e dos Estados Unidos. O seu objetivo é contribuir para a construção de um ambiente favorável para o desenvolvimento de mulheres que ocupam cargos de liderança no setor de seguros.

Os cargos de gestão são geralmente solitários. Nós, líderes de hoje e de amanhã, precisamos de um fórum para partilhar a experiência de liderança de forma a continuar a progredir na carreira profissional, mantendo com sucesso um equilíbrio pessoal e familiar. Gostaríamos de acompanhar, apoiar e partilhar com mulheres em cargos de liderança, para que elas mesmas possam tornar-se uma fonte de inspiração e apoio para as jovens talentos femininas que irão nutrir e desenvolver a indústria de seguros do futuro, trazendo para a profissão a diversidade que esta exige”, afirma a WLT.

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