Kelly Services é certificada pela DGERT enquanto entidade formadora

Com o contínuo foco na satisfação de clientes e qualidade integrada de serviços prestados, a Kelly Services vê certificado pela DGERT, o trabalho desenvolvido no âmbito da formação.

O investimento no reforço da competitividade e qualidade do portefólio Kelly Services progride assim com a atribuição de mais um reconhecimento de confiança e credibilidade, desta feita distinguindo a Kelly Services enquanto entidade formadora certificada.

Ser uma entidade formadora certificada significa que os procedimentos e práticas da Kelly Services estão de acordo com um referencial de qualidade específico para a atividade formativa, definido pela DGERT (Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho) e que providencia, por este meio, um delivery sustentado nas melhores práticas e processos pedagógicos.

No âmbito da atividade formativa, a Kelly Services recorre a modelos de formação presencial, assentes em métodos pedagógicos ativos de aprendizagem, alinhados às necessidades críticas diagnosticadas junto das empresas e público geral, para as áreas de educação e formação:

  • desenvolvimento pessoal,
  • comércio
  • segurança e higiene no trabalho.

As vantagens em ser uma entidade certificada são, entre outras, o reconhecimento de qualidade no mercado, o acesso a financiamento público para a formação, a acesso e exercício de atividade formativa prevista em legislação setorial, a isenção de IVA nos serviços de formação, e a dedução de despesas com formação profissional no IRS.

Visão para a área da formação profissional

Ser uma referência nacional nas melhores e mais inovadoras soluções de formação profissional, visando aumentar as competências dos participantes nas ações de formação e a satisfação dos clientes enquanto entidades empregadoras, facilitando a sua integração/progressão na carreira/competitividade.

Missão para a área da formação profissional

Servir os nossos clientes, trabalhadores, acionistas e sociedade em geral, disponibilizando soluções de formação profissional adequadas às necessidades dos vários interlocutores, de forma a atingir os objetivos identificados.

Outras notícias




Profissionais com elevado QA são essenciais para que as empresas se consigam adaptar à mudança

O Quociente de Aprendizagem (QA) é uma nova métrica essencial a juntar ao Quociente de Inteligência e ao Quociente Emocional (QI e QE) no recrutamento de recursos humanos.

Quem o disse foi Jonas Prising, CEO e Chairman da ManpowerGroup, durante um encontro com empresários portugueses, realizado no passado dia 28 de março, em Lisboa, onde foram apresentados e debatidos alguns dos temas centrais sobre o mundo do trabalho focados no Fórum Económico Mundial (WEF), em Davos.

Segundo o responsável, as alterações demográficas, as revoluções tecnológicas, a sofisticação do consumidor e aumento do poder de escolha individual – quatro forças macroeconómicas – continuam a acentuar-se e a ampliar-se a todos os setores de atividade, tornando o potencial humano no diferenciador chave da capacidade de adaptação e evolução das empresas.

Neste mundo em rápida mudança, onde não é possível antecipar quais serão as competências necessárias no médio e longo prazo, a capacidade e predisposição para aprender ao longo da vida torna-se crítica para os recursos humanos e a capacidade de ensinar torna-se igualmente fulcral para as empresas.

As opiniões dos empresários e gestores presentes vão ao encontro desta ideia, uma vez que existe uma consciência crescente das dificuldades de planear estrategicamente a médio prazo neste ambiente de elevada volatilidade.

Mas para Jonas Prising e ao contrário do que muitos preconizam, a transformação digital não retira importância ao fator humano e emocional. O que é necessário é capacitar as pessoas para responderem às novas exigências do mercado.

“É importante que, sobretudo as empresas, garantam o foco no desenvolvimento contínuo das pessoas. A aprendizagem constante de novas aptidões e competências adequadas à evolução de cada atividade e a oportunidade de explorar novas fontes de talento, apostando na diversidade, permitirão que se ultrapassem de forma mais ágil os desafios que surgem a um ritmo acelerado”.

O facto de as empresas se verem confrontadas com maior volatilidade socioeconómica leva-as tendencialmente a valorizar e capitalizar vantagens competitivas transitórias, o que pode contribuir para o decréscimo de segurança no emprego. Para o responsável, esta é outra das razões pela qual o investimento das empresas na capacitação contínua dos seus profissionais se mostra tão relevante e é igualmente um motivo repensar o sistema de segurança que apoia os trabalhadores durante estes processos.

Refira-se que a ManpowerGroup e o WEF, onde foram já debatidas algumas destas temáticas, firmaram uma parceria estratégica para a área de Recursos Humanos, no âmbito da qual a ManpowerGroup tem vindo a aprofundar as perspetivas macro sobre o mundo do trabalho e as tendências que as impactam.

Outras notícias




Abrir portas a desempregados através da formação

Há uma necessidade urgente de reformular o nosso mercado de trabalho, que continua a ter dificuldade em capacitar os seus talentos com skills e competências que vão de encontro às necessidades de emprego em Portugal.

É nesse sentido que têm surgido iniciativas valiosas com o intuito de adaptar e preparar os nossos jovens e adultos para o mercado de trabalho.

O Estado lançou o Qualifica – um programa destinado à formação e qualificação de adultos – que deverá abranger 600 mil pessoas até 2020. O programa que dá agora sucessão ao Novas Oportunidades surge com o intuito de dotar as pessoas de competências que lhes permitam abrir mais portas no mundo do trabalho.

Nem as empresas estão indiferentes e é por isso que a Olisipo também criou condições especiais na sua área de formação para indivíduos que se encontrem em situação de desemprego.

Para tal, está a oferecer descontos a partir de 25% nos seus cursos e academias, tal como planos de pagamento personalizados. O objetivo é criar uma ponte entre as altas taxas de desemprego e a falta de recursos na área das tecnologias da informação, oferecendo melhores oportunidades de emprego através de um plano de formação adaptado aos interesses e necessidades de cada um.

Mais Informações sobre estas condições especiais também podem ser encontradas no portal de formação da Olisipo.

News:




António Costa quer aposta na formação digital

O primeiro-ministro defendeu ontem que a formação digital dos cidadãos é um factor decisivo para uma “mudança de paradigma do país”, visando um modelo de crescimento sustentado para romper em definitivo com uma conjuntura de estagnação.

António Costa assumiu estas posições no encerramento de uma conferência intitulada “Iniciativa de Competências Digitais e.2030”, que foi aberta pelo ministro Ciência e Ensino Superior, Manuel Heitor, e na qual também estiveram presentes os titulares das pastas da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, e da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

Com a plateia do Teatro Thalia, em Lisboa, completamente cheia, o líder do executivo sustentou a tese de que a formação digital é um factor crítico para a competitividade económica do país, mas também para a cidadania activa e reforço do próprio regime democrático.

“O país só se desenvolve e vai crescer mesmo a sério se tiver a capacidade de competir com base no valor acrescentado e não apenas com base no factor custo. Esta é a diferença radical entre aquilo que nos aconteceu nos últimos 15 anos – em que Portugal registou um crescimento médio de 0,2 por cento – e aquilo que queremos que nos aconteça no futuro“, declarou o primeiro-ministro.

Para Portugal fugir “à prolongada estagnação que afecta o país desde 2000”, António Costa defendeu uma mudança de paradigma.

“Precisamos de outro tipo de competências. Temos as competências digitais à nossa mão. E esse é o grande desafio que temos pela frente – um desafio que devemos encarar com confiança, até porque Portugal tem duas vantagens competitivas: a infraestrutura instalada e recursos humanos qualificados“, advogou.

António Costa considerou também que a aposta na formação digital deve dirigir-se igualmente ao sector dos desempregados, numa altura em que se estima que o país precisa de cerca de 15 mil programadores.

Não podemos esperar que os meninos que estão hoje no pré-escolar entrem no mercado de trabalho. Não podemos esperar 20 anos para resolver os nossos problemas“, acentuou o primeiro-ministro.

Ainda de acordo com o líder do executivo, a formação digital terá também consequências ao nível do próprio regime político a médio prazo.

A democracia só se fortalece com cidadãos activos e cada vez mais informados. A formação digital é um desafio não só das empresas, da académica, mas do conjunto de toda a sociedade“, justificou.




A Gestão das Pessoas sob o olhar dos Media

A Paula Tomás Consultores (PTC) celebrou no passado dia 15 de março de 2017 os 15 anos de atividade, dinamizando a conferência “A Gestão das Pessoas. O Olhar dos Media”.

Considerado, por Mário Ceitil (presidente da APG) como um evento

“único nunca anteriormente pensado em Portugal”

juntou os 4 media da especialidade de RH numa mesa redonda de forma a debater a área da gestão das pessoas, como tem evoluído e desafios futuros, quer a nível profissional e empresarial, numa análise realizada por pessoas fora do setor, embora prestando serviços para o mesmo.

Mário Ceitil, presidente da APG (Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas) e Afonso Carvalho, presidente da APESPERH (Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego) abriram a sessão abordando o tema da gestão das pessoas e o papel fundamental dos media para que este setor, salientando a importância da área de recursos humanos nas empresas e o papel desta face aos desafios.

Na segunda parte foi dado inicio ao debate da mesa redonda, abordando questões como “qual o papel fundamental dos media na área de RH” e “como encaram e veem o setor de recursos humanos hoje e num futuro próximo e que mudanças, enquanto comunicadores desta área, denotaram com a evolução do tempo?”.

Para responder às questões moderadas por Mário Ceitil e Afonso Carvalho, estiveram presentes a nossa revista, RHmagazine, assim como as restantes 3 publicações dedicadas à área de gestão de pessoas, nomeadamente:

António Manuel Venda, diretor editorial da revista Human
Ricardo Fortes da Costa, diretor editorial da revista RHmagazine
Filipe Vaz, diretor geral da Tema Central
Ricardo Florêncio, CEO da Multipublicações / Revista Human Resources Portugal

Após o evento foi servido um almoço cocktail onde se cantou os parabéns à PTC pelos 15 anos de atividade na área de Gestão das Pessoas.

Reportagem fotográfica, por: Revista Pontos de Vista.




Daniela Vieira realiza Certificação de Brinkerhoff em High Performance Learning Journeys

Daniela Vieira, diretora de operações da BTS, que conta com mais de 10 anos de experiência na área formativa, realizou a Certificação de Brinkerhoff em High Performance Learning Journeys, em Estocolmo na Suécia, nos passados dias 9 e 10 de março. Daniela Vieira é também certificada nos 4 níveis de Kirkpatrick da avaliação da formação.

Este programa é bastante inovador e constrói os seus fundamentos com base no trabalho do Professor Robert Brinkerhoff acerca dos conceitos de melhoria da performance, aplicações práticas da “regra” 70-20-10 e métodos para criar experiências de aprendizagem sustentadas por atividades e exercícios que transformam e adicionam valor aos programas de formação tradicionais.

“O professor Robert Brinkerhoff passou as últimas quatro décadas desenvolvendo métodos de renome mundial para aumentar o impacto dos programas de formação.”

“Ao longo de 2 dias tive a oportunidade de trabalhar com um grupo de profissionais de vários países, que trabalham em diferentes setores de atividades, todos com um foco apenas: criar mudança nos desempenhos alvo da formação. Trabalhamos a criação daquilo que se designam por “learning journeys” e agora cada um de nós tem o desafio de apresentar uma aplicação prática com um caso real.

Para além de ser bastante única na indústria da formação e desenvolvimento em Portugal, capacitou-me com as competências necessárias para que na BTS trabalharmos e aplicarmos com sucesso esta metodologia, sendo capazes de oferecer um processo e sugestões de melhoria ao design de qualquer formação, presencial ou e-learning, desde que o objetivo seja criar e implementar processos de transformação e/ou jornadas de desenvolvimento. ”

Se tivesse de destacar duas competências essenciais…

  • Entender as “Barreiras à Performance” é uma delas, uma vez que possibilita uma comunicação e alinhamento com os “stakeholders” e outras partes da organização sobre a forma como as coisas devem funcionar para que a performance ocorra como consequência da formação.
  • Em segundo lugar, destaco a necessidade de trabalhar e facilitar a resistência das organizações quando se procura implementar uma mudança na forma como a formação e o desenvolvimento devem ser entendidos e implementados.

Daniela Vieira

Diretora de Operações da BTS – Blended TrainingSystems




Transferência e Avaliação da Formação no Porto

Kirkpatrick respondeu às perguntas colocadas pelos interlocutores de Recursos Humanos, cujas respostas trazemos agora até si.

Esta iniciativa, organizada, pela BTS tem como objetivo aprender a criar processos de aprendizagem; a ter ideias práticas para diagnosticar, aumentar e construir soluções para provocar mudanças e conhecer teorias fundamentais para melhorar a experiência da aprendizagem.

Inicie o dia a tomar o Pequeno Almoço com Daniela Vieira e venha conhecer as respostas de Jim Kirkpatrick às perguntas colocadas pelos interlocutores de Recursos Humanos presentes do Summit 2016. Partilhará também os conhecimentos adquiridos na mais recente certificação com o Prof. Brinkerhoff, em “High Performance Learning Journeys”, podendo assim oferecer ao mercado processos integrados de Transferência e Avaliação da Formação.

Faça o Check in depois de almoço, inicie com a BTS a viagem ao Programa AGE –  Accelerate Growth to Execution. Dê inicio a um processo de transformação pessoal e compreenda a desconstrução dos 4 níveis do Modelo de Avaliação da Formação de Kirkpatrick.

Dia 6 de Abril no Porto

Pequeno Almoço: Apresentação: Perguntas Respostas a Jim Kirkpatrick
Workshop: “A mindset for results”
Networking: High Performance Learning Journeys

“As pessoas na organização proporcionam um voo panorâmico pelos picos e vales da área de recursos humanos.”
Thomas Wood Jr.

Ao realizar este workshop entra num processo de transformação pessoal que lhe permite dar os primeiros passos no caminho de aumentar a eficácia e obter máximo retorno sobre o investimento. Permite também alinhar uma estratégia para si, para a sua equipa e para o seu negócio, assim como ganhar confiança na criação e na apresentação de projetos.

Para mais informações veja aqui.

 

Outras noticias




Caso de sucesso Worten | Fractal Mind: Aumentar a motivação da força de vendas com gamificação

Quando o engagement e a gamificação estão lado a lado os resultados são notórios. Descubra mais com um caso prático de um desafio e do que foi feito para o ultrapassar.

O DESAFIO:

 “(…) Sinto que não celebramos o suficiente a nossa atividade aqui, na nossa empresa, e eu gostava muito de ter uma solução para isto”

(José Vieira de Almeida, 2013)

Era outubro de 2013 e imediatamente percebemos que tínhamos na nossa frente o cliente certo para um projeto realmente desafiante e ambicioso. Um projeto desenhado para as pessoas, para melhorar a sua realidade quotidiana e no qual a Fractal Mind queria definitivamente estar envolvida e onde sabíamos que tínhamos nas nossas mãos a ferramenta ideal: a gamification.

O grande desafio foi então reinventar totalmente os processos internos do sistema de gestão de força de vendas da Worten. No fundo, investir no que podia trazer mais valor acrescentado à empresa – os seus colaboradores – e implementar o processo de mudança em todas as lojas da cadeia.

BACKGROUND:

A Worten é uma cadeia de retalho com 20 anos de experiência e líder em Portugal nas áreas dos eletrodomésticos, da eletrónica de consumo e de entretenimento. Ao longo da sua experiência, acompanhou as constantes mudanças da indústria, nomeadamente as que se repercutiram devido às evoluções tecnológicas.

A internet trouxe muitos desafios à indústria e à própria empresa: o modelo de compra alterou-se, o consumidor tornou-se mais independente, mais informado e, por conseguinte, a fórmula de sucesso – proximidade, produto e preço – dominada pela Worten há tantos anos perdeu expressão.

OBJETIVOS:

Reforçar o rácio de produtividade sobre desperdício, multiplicar por inovação, implementar ferramentas que permitissem tornar a força de vendas da Worten ainda mais confiante no seu trabalho, (focando-se na sua relação com os clientes), investir no seu conhecimento, motivá-la e fazê-la crescer. Estes foram os objetivos traçados que juntaram a Worten e a Fractal Mind numa jornada de ideação, aprendizagem e prototipagem até encontrar uma solução centrada nas pessoas.

A CAMINHADA:

Iniciámos o projeto com um workshop de ideação, onde juntámos toda a cadeia hierárquica da loja. Tivemos a preocupação de não existirem pessoas da mesma loja com diferentes posições, para que toda a equipa pudesse trabalhar nos workshops sem constrangimentos.

Estas atividades permitiram-nos conhecer a realidade do dia-a-dia de todos os colaboradores das lojas, quais as suas necessidades, problemas e sugestões. Todo este conhecimento recolhido edificou a base que nos permitiu criar uma solução realmente à medida das necessidades da Worten e dos seus colaboradores.

Ao longo do projeto, como resultado do ciclo de ideação, aprendizagem, prototipagem e teste, foram identificados problemas e adaptadas diversas situações que precisavam ser repensadas, nomeadamente o sistema de prémios mensal.  Este sistema foi redesenhado e originou um sistema novo que mantém a motivação do colaborador antes, durante após o atingimento dos seus objetivos.

Para tal, foram alterados vários KPI’s; o acompanhamento dos desempenhos passou a ser diário quando antes era mensal. Foram também criados sistemas de suporte para sustentar os novos KPI´s, e trazer a desejada transparência a todo o processo.

Toda a ferramenta Winners foi elaborada com uma premissa da gamification: centrada nas pessoas. O desenho do jogo tinha que ser pensado para todos os perfis de colaboradores de modo a que todos queiram jogar, queiram cumprir, e queriam/possam crescer. Todos devem querer jogar, o Winners mede, desafia e faz crescer. E os colaboradores não são todos iguais. Por isso, para desenhar uma solução que conseguisse abranger todos, foi feita uma divisão dos 4 tipos de comportamentos que numa loja são mais frequentes e que nos permitiram encontrar e projetar soluções na plataforma diretamente para eles.

Fomos afinando processos, métricas e soluções e hoje o Winners é a ferramenta de trabalho de 2359 colaboradores em 164 lojas.

O WINNERS

O resultado final é o Winners, um sistema motivacional de força de vendas altamente eficaz e, uma poderosa ferramenta motivacional, que incentiva e ajuda os colaboradores a atingir os seus objetivos pessoais e a levar cada vez mais longe a sua performance. Um sistema onde todos jogam, todos participam, todos ganham, todos melhoram, todos os dias. Este é o mote do programa desenhado para a equipa que está todos os dias, das 9h à meia noite, de segunda a domingo, a atender os clientes da marca.

Através da plataforma, as vendas são registadas, e o progresso individual e coletivo monitorizados. No Winners os colaboradores registam o seu desempenho, quer seja de vendas ou outras funções e fazem-no ao longo do dia, em tempo real, comparando uns com outros. Esta informação serve de base não só para o seu processo de melhoria contínua, mas também para o seu prémio de desempenho mensal.

RESULTADOS:

No balanço dos primeiros 3 anos de experiência nas lojas piloto, os resultados estão à vista:

  • Quase 90% dos colaboradores disseram que este sistema de avaliação, de medição de desempenho e de acompanhamento é melhor ou muito melhor.
  • 62% disseram que era mais justo, que tinham um envolvimento maior sobre o tema do prémio e desempenho pessoal.
  • As vendas por vendedor subiram 6 % face ao grupo de controlo.

A ambição em relação a este projeto e a importância estratégica para a marca tem vindo a crescer ao longo do tempo, não só devido aos resultados, mas sobretudo devido a uma equipa de trabalho motivada, empolgada e disposta a aceitar o desafio da inovação.

E queremos continuar a crescer: em Abril está planeado o roll-out final da ferramenta, que incluirá todas as lojas (mais de 180 lojas em Portugal) e todos os seus colaboradores.

O Winners é claramente uma ferramenta vencedora. As perspetivas para o futuro não podiam ser mais aliciantes, com inúmeras possibilidades e oportunidades. A Fractal Mind orgulha-se de fazer parte desta experiência e de poder contribuir para que se continue a inovar e a melhorar processos e, consequentemente, a vida das pessoas.

 

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Porque precisamos de mais Empatia e Inteligência Emocional nas empresas?

Os líderes de empresas, nos diversos níveis hierárquicos, tomam decisões que impactam diretamente a vida de muitas pessoas e mesmo na economia nacional e internacional. Como é possível que numa época em que todos reconhecemos a importância da Sustentabilidade e da Ética na Liderança, somos surpreendidos diariamente com notícias que relatam comportamentos contrários a esta tendência?

Líderes com pouca capacidade de empatia e sem clareza sobre a própria inteligência emocional, tomam piores decisões (mais autocráticas e menos sustentáveis), promovem mais conflitos, colaboradores menos comprometidos e pior clima de trabalho. Empatia é definida como a capacidade de entender os sentimentos e pensamentos do outro, pelos autores Steven Stein e Howard Book, no livro The EQ Edge – Emotional Intelligence and Your Success (New York Times best seller).

É crucial as empresas, aplicarem ferramentas de assessment, como o EQ-I 2.0®, para promover o autoconhecimento e o desenvolvimento da Inteligência Emocional dos líderes.

Os resultados do EQ-I 2.0®, (na versão 360º, individual ou de grupo) permitem identificar combinações perigosas entre empatia e outras competências da inteligência emocional, como por exemplo:

Independência alta + Empatia baixa:  Sem dependência emocional com terceiros e com pouca capacidade de se colocar no lugar do outro, faz o que for necessário para atingir o que considera justo, independentemente das consequências para os outros.

Consciência emocional baixa + Responsabilidade social baixa + Empatia baixa: baixa necessidade de contribuição social, despreocupado com a comunidade e sem a capacidade de se colocar no lugar do outro, um líder, pode “atropelar” muitos ou negligenciar necessidades básicas da sociedade, motivado por fatores que muitas vezes fazem sentido somente para ele.

Otimismo baixo + empatia baixa: visualiza os piores cenários possíveis e, sem a capacidade de se colocar no lugar do outro, tende atropelar as pessoas com o intuito de se defender.

A Inteligência emocional (e a empatia especificamente) é passível de ser desenvolvida.

O perfil do Líder do Futuro, tem elevada clareza sobre Inteligência Emocional. Não considera exclusivamente resultados a curto prazo, mas também no impacto de suas ações em todos os stakeholders.

 

Por Márcia Queiroga – ABYLOS

 

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Top 20 Leadership Training Company 2017

O Grupo Cegos, líder internacional em formação e desenvolvimento, foi recentemente nomeado na lista TOP 20 de empresas de formação em Liderança- Training Industry’s 2017 Top 20 Leadership Training Companies.

Tendo recebido o reconhecimento do setor de formação face ao impacto da sua abordagem disruptiva, baseada no contexto e experiência do grupo CEGOS para o desenvolvimento e transformação na área de Recursos Humanos. O Grupo CEGOS continua a trabalhar na vanguarda da formação e desenvolvimento de líderes, associando-se a clientes com uma ampla variedade de necessidades no que diz respeito a politicas de recursos humanos.

De acordo com a Training Industry, a seleção deste ano dos Top 20 Leadership Training Companies foi baseada nos seguintes critérios:

  • Liderança e influência na indústria de formação e desenvolvimento
  • Reconhecimento e inovação da indústria
  • Amplitude dos programas e variedade de públicos impactados
  • Métodos de entrega disponibilizados
  • Dimensão da empresa e potencial de crescimento
  • Qualidade e número de clientes
  • Alcance geográfico
  • Experiência no mercado

“Estamos verdadeiramente entusiasmados que a CEGOS tenha sido nomeada como uma das 20 empresas de topo na área de formação em Liderança pela Training Industry”. Temos vindo a inovar continuamente e a expandir a nossa gama de ofertas de serviços de forma a reforçar a estratégia pessoal no que diz respeito ao treino e formação, e estamos honrados por termos recebido este reconhecimento a nível internacional,”

afirma Catarina Correia, Head of Marketing & Communication da CEGOC.

View the 2017 Leadership Training Companies Watch List

FranklinCovey Co.       Global Knowledge   American Management Association  RichardsonCegosCrossKnowledge       Wilson Learning Corporation Impact International Skillsoft Center for Creative LeadershipHemsley Fraser    Linkage           The Center for Leadership Studies       BTS GP Strategies - Leadership Training       AchieveForum       VitalSmarts      The Ken Blanchard Companies     Dale Carnegie Training Harvard Business Publishing

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