ManpowerGroup abre 1.000 vagas em Portugal


A ManpowerGroup, empresa de soluções globais de trabalho, lançou uma campanha de recrutamento, em Portugal, com mil vagas de emprego, em vários setores de atividade e diferentes pontos do país.

A ManpowerGroup, empresa especializada em soluções globais de trabalho, lançou uma campanha, à escala nacional, que visa recrutar cerca de mil pessoas em vários setores de atividade. As empresas clientes, e respetivas oportunidades de emprego, localizam-se “especialmente no norte e centro, mas também a sul do país”, conforme adianta a organização no comunicado enviado às redações.

Carla Marques, country manager da ManpowerGroup Portugal, afirma que, e de acordo com as estimativas da empresa, “este ano, o mercado de trabalho está com um ritmo considerável”. “Procuramos talentos em diversas regiões. A dispersão geográfica acaba por ser também relevante, porque apesar de Lisboa e Porto continuarem nos lugares cimeiros, os distritos de Leiria e Braga também se destacam em matéria de procura”, esclarece.

As telecomunicações, o retalho e o setor logístico ocupam o lugar cimeiro das oportunidades do mercado de trabalho. Na campanha de recrutamento destacam-se, ainda, áreas como a editorial, a indústria e a gestão administrativa. Os setores da restauração e hotelaria, agricultura, saúde e construção apresentam, também, vagas de emprego.

“O número acentuado de vagas disponíveis, bem como a diversidade de setores sugere boas perspetivas para os candidatos, já que pode significar a oportunidade certa para abraçar um novo desafio e adquirir novas competências”, assinala Carla Marques, destacando que a “nova realidade obriga a uma adaptação constante das competências, técnicas e comportamentais”. “Se às empresas cabe a principal responsabilidade de garantir que as pessoas dispõem das ferramentas necessárias para aperfeiçoarem ou adquirirem competências, às pessoas importa haver uma vontade e uma capacidade de constante aprendizagem”, refere no comunicado enviado pela empresa.

O ManpowerGroup Employment Outlook Survey estimou, para o segundo trimestre de 2018, uma criação líquida de emprego de 14%. Segundo os resultados divulgados, 16% das empresas portuguesas prevê um aumento nas intenções de contração.

As candidaturas podem ser submetidas através do site da empresa.

 

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7 passos para ser bem-sucedido numa negociação salarial

Negociar com as chefias pode não ser uma tarefa fácil. O aumento salarial, o acréscimo de benefícios ou a progressão na carreira podem ser merecidos e a coragem para reclamar o reconhecimento pode, no entanto, escassear. Para estimular a confiança ao falar de dinheiro a Robert Walters, consultora de recrutamento especializado, elaborou uma lista com os sete passos para uma bem-sucedida negociação salarial.

1. O que de pior pode acontecer?

A falta de auto-estima ou o medo da rejeição, por exemplo, podem traduzir-se em estados de nervosismo aquando da confrontação das chefias a propósito de dinheiro. De acordo com a Robert Walters, garantir que se recebe um valor justo pelo trabalho é um direito básico. Ao demonstrar que tem capacidades de negociação, o colaborador irá revelar um bom conhecimento comercial que impressionará a chefia. A consultora encoraja-o. “Ninguém vai pensar mal de si por perguntar. Qualquer bom chefe apreciará ou respeitará a sua confiança e ambição. E, se não o fizer, o que diz o seu comportamento sobre ele? Afinal, qual é a pior coisa que pode acontecer?”. De facto, o pior cenário é ser negado o aumento e o salário manter-se igual. “Pense, no entanto, em quem prefere ser: alguém que tentou e arriscou, ou alguém que nem se atreveu a perguntar?”.

2. Prepare-se

Segundo a consultora, para pedir um aumento de ordenado é preciso bastante preparação. Por isso, o conselho é que o profissional comece por refletir sobre o último ano e analise os aspetos em que tenha obtido mais êxito. “Pergunte-se: em que projetos esteve envolvido e que obtiveram sucesso?”. O colaborador deve atentar no impacto que teve, tanto na equipa, como no negócio da empresa e nos seus resultados. Este exercício é, de acordo com a Robert Walters, uma excelente forma de validar o seu pedido de aumento de salário. Simultaneamente, vai relembrar os seus superiores hierárquicos acerca de todas as metas que alcançou e como contribuiu para a empresa. “Vale a pena recordar-se do feedback que recebeu nas avaliações de desempenho, testemunhos de colegas de trabalho e comentários positivos de clientes ou outros ramos do negócio”.

3. Quanto pagam outras empresas pelo seu trabalho?

Considerando que não vale a pena negociar só por negociar, ou para mostrar que consegue, a consultora Robert Walters alerta o profissional para a necessidade de perceber o que ganham outros profissionais da mesma área, com um perfil semelhante ao seu. Para o efeito, a pesquisa de ofertas de emprego para postos semelhantes em sites de recrutamento permite verificar o que estão outras empresas a oferecer pelo seu posto e anos de experiência. Solicitar aconselhamento a um consultor de recrutamento acerca do valor justo é, também, uma importante ajuda. Embora seja importante estabelecer um valor de mercado justo para o seu trabalho, nunca se deve procurar imitar o salário de um colega. “É perigoso fazer comparações diretas“, alerta a consultora. Esta abordagem pode comprometer a validade do pedido.

4. Ensaio geral: pratique com alguém de confiança

É importante aprender e praticar a linguagem de negociação correta, de forma assertiva, educada e direta. “Praticar o que vai dizer e como é uma excelente maneira de aumentar a sua confiança para a reunião com a chefia“, sublinha a consultora especializada em recrutamento. O colaborador deve discutir a sua apresentação com alguém de confiança e treinar uma abordagem sem confronto, calma e confiante, excluindo expressões como “peço imensa desculpa” ou “agradeço-lhe imenso”.

5. Foque-se

A Robert Walters refere que o assunto não deve ser tornado pessoal. Nesse sentido, o distanciamento permitirá avaliar a situação de forma clara. “Imagine que está a agir a favor de outra pessoa. Pense: “Quanto deveria alguém com este trabalho e funções ganhar? Tendo em conta o cargo e o ordenado, quanto deveriam realmente pagar a esta pessoa?”. Além disso, há que ter atenção ao timing. Se a revisão anual de salários da empresa é em janeiro e o colaborador agendar a reunião para fevereiro, o mais provável é que tenha perdido a sua oportunidade. O salário deve ser apenas o assunto abordado. Falar de outros temas poderá levar a chefia a não perceber o objetivo da reunião.

6. Aprenda a negociar

. Aprenda a escutar: “a escuta ativa demonstra respeito e cria confiança”.

. Reconheça as objeções: “neste momento não temos orçamento para isso” é comum ouvir-se dizer. A consultora aconselha o profissional a fazer perguntas adicionais, como “Sabe quando teremos orçamento disponível?” ou “Quais são os planos para desenvolver a equipa?”, até conseguir chegar a algum compromisso ou solução alternativa.

. Tenha calma:  “não se sinta pressionado a aceitar a primeira oferta que lhe propuseram”, alerta a Robert Walters. É provável que o manager tenha um valor final que está disposto a oferecer, que não corresponderá ao primeiro a ser transmitido.

. Não sinta necessidade de preencher o silêncio: “faça a sua pergunta e espere a resposta, deixando o silêncio encher a sala”. De acordo com a empresa, é uma técnica clássica de vendas, bastante poderosa.

. Expanda as suas opções: “se a oferta final não está alinhada com o que tinha em mente, talvez seja possível negociar outro benefício, como mais dias de férias, programas de mentoring, horário flexível, cursos de formação”.

. Reflita: “mesmo que esteja feliz com a proposta, discuta a oferta com alguém de confiança“.

7. Pense bem nas opções

Se o desfecho da conversa não corresponder ao que o colaborador idealizou, é importante que “procure ter mais tempo para refletir, dizendo que vai pensar no assunto e que dará uma resposta assim que puder“. Se a resposta negativa se dever à incapacidade do responsável agir naquele momento, a consultora aconselha o profissional a combinar uma nova data para revisão e a terminar a reunião de forma positiva e construtiva, independentemente do resultado, agradecendo o tempo disponibilizado. “Se depois de muita reflexão não se sentir feliz com o resultado da sua negociação, talvez esteja na altura de procurar outro emprego onde sinta que o ordenado está mais próximo daquilo que considera justo receber“, finaliza.

BY: https://www.robertwalters.com/

 

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A Revolução das Competências: porque é que as pessoas são mais valiosas do que nunca

 

 

Por: Carla Marques, Country Manager da ManpowerGroup

 

 

Nos dias que correm, é raro passarmos um dia sem nos depararmos com notícias acerca do impacto da digitalização, da inteligência artificial ou da realidade virtual no mundo do trabalho. As previsões equacionam múltiplos cenários: mais emprego, menos emprego e, até mesmo, o fim do emprego tal como o conhecemos. Globalmente, são previsões bastante pessimistas e em muitos casos andarão longe da verdade. No entanto, é inegável a transformação que os avanços tecnológicos têm vindo a possibilitar no seio das empresas.

Esta nova realidade obriga a uma adaptação constante das competências – necessárias e disponíveis –, o que diminui a capacidade das empresas para encontrarem o Talento certo para determinadas posições. Assistimos a uma Revolução das Competências e as marcas têm um papel fundamental em garantir que, por um lado, conseguem atrair o Talento que necessitam e, por outro, que as pessoas dispõem das ferramentas necessárias para aperfeiçoarem as suas capacidades e para dotá-las de novas competências, técnicas ou comportamentais, com as quais vão conseguir adaptar-se a um mundo de trabalho cada vez mais exigente.

O processo de digitalização e a automação está, contudo, a acontecer a diferentes velocidades, especialmente em regiões e setores que são, independentemente dos motivos, mais resistentes à mudança. No passado, transformações de fundo levaram décadas, em alguns casos até séculos antes de estarem profundamente enraizadas na sociedade. Hoje, com a revolução tecnológica, as mudanças acontecem a uma velocidade nunca antes vista, com resultados ainda indeterminados e inconclusivos e que levantam constantemente novas questões.

Por isso mesmo, as organizações precisam de tomar medidas imediatas e acelerar o processo de aprimoramento e requalificação das pessoas, para garantir que elas possuem as capacidades exigidas para prosperar no futuro. Ainda que não seja possível desacelerar a velocidade dos avanços tecnológicos, muito pode ser feito ao nível das competências por forma a aumentar a motivação das pessoas e a retenção de Talento nas empresas. O caminho certo passará por utilizar o potencial humano como eixo de sustentação para alavancar a tecnologia não só nas nossas vidas, mas também no mundo dos negócios. Com a combinação certa de capacidades, os colaboradores vão beneficiar, ao invés de competir com a tecnologia.

No recente estudo da ManpowerGroup, Skills Revolution 2.0, falámos com mais de 18 mil empregadores em 43 países, para entender as suas perceções sobre como a automação poderá vir a afetar o número de trabalhadores nas suas empresas. Através deste estudo, procurámos identificar quais as funções que potencialmente serão mais afetadas, bem como as estratégias que as empresas estão a adotar para garantir que os colaboradores adquirem as competências necessárias para enfrentar os desafios futuros na Era da Tecnologia. Dos entrevistados, 90% antecipam que a sua organização vai ser impactada pela digitalização nos próximos dois anos. Ao mesmo tempo, 83% disseram que esperam manter ou até aumentar o número de colaboradores, o que diz muito sobre a integração das tecnologias no dia a dia das empresas.

Descobrimos que a Revolução das Competências requer novas mentalidades, devendo ser acompanhada a dois níveis: pelas empresas que querem desenvolver uma força de trabalho que requer novas competências e pelas pessoas que ambicionam progredir nas suas carreiras profissionais.

Está cada vez mais provado que no mundo digital, o sucesso nem sempre requer um diploma universitário. Em vez disso, dependerá de um apetite por desenvolver continuamente as competências e adaptá-las consoante os desafios profissionais. Para prosperar, melhorando a atração e retenção de Talento, as empresas têm de identificar futuros requisitos em termos de competências, disponibilizar as ferramentas necessárias para ajudar as pessoas a melhorarem o seu nível de qualificação e fornecer acesso ao emprego. Mais do que nunca, esta é a altura certa para os líderes assumirem os desafios e potenciarem o desenvolvimento sustentado e continuado dos colaboradores para que, em conjunto, consigam responder efetivamente às alterações constantes que lhes são apresentadas.

Sem dúvida no futuro do trabalho, as empresas vão precisar de colaboradores com competências diferentes das tradicionais. As previsões do mercado de trabalho podem até anunciar o fim de algumas profissões por força dos avanços tecnológicos: robôs que vão substituir por inteiro a mão humana e até mesmo a ameaça de um mundo sem trabalho. A verdade é que, pelos indícios que recolhemos e que observamos, esta visão dramática dos factos não podia estar mais longe da verdade. Os humanos vão continuar a ser absolutamente indispensáveis no futuro, o que mudará são as competências de que necessitam para vingar no mundo do trabalho.

 

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Sucesso em mais uma edição do Fórum RH

O Estádio do Sport Lisboa e Benfica foi o palco escolhido para mais uma edição do Fórum RH. Por lá passaram centenas de profissionais de diferentes áreas de atividade, com igual objetivo: falar de gestão de recursos humanos.

 A 24.ª edição do Fórum RH, que se realizou ontem, no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, juntou cerca de 600 participantes, para partilha de experiências e conhecimento. O bom tempo regressou e o sol brindou todos o que, na bancada, assistiram ao discurso de Ricardo Monteiro, o keynote speaker do evento. O ex-presidente global da Havas Worldwide destacou a necessidade do capital humano se adaptar à “mudança permanente”, que, hoje, “caracteriza a sociedade”.

As pessoas estiveram no centro dos debates e é também sobre elas que deve recair a atenção dos líderes das organizações e das políticas que desenvolvem. Os diferentes oradores falaram sobre inovação e transformação digital, disrupção, formação e desenvolvimento, do posicionamento dos recursos humanos na organização estratégica das empresas, de recrutamento, engagement, gestão de talentos, gestão humanizada, do RH do futuro e do futuro do trabalho.

Ao longo da manhã, um grupo de humoristas da Bang Produções animou os participantes com músicas e letras adaptadas aos profissionais de recursos humanos e aos desafios inerentes à sua atividade. No período da tarde, foram sorteados cinco assessments de personalidade da Hogan  –  Assessments Systems, um Plano EasyPills da BTS, uma viagem, um drone e oito vouchers para o curso “Curiosity & Insights” da Sofia Calheiros & Associados, um estudo salarial da autoria da Mercer, que ofereceu, ainda, um workshop sobre engagement e uma ação no Escape Room.

O Fórum RH 2018 contou com o patrocínio de: Edenred | Experis (ManpowerGroup) | AMT Consulting | ATEC | BTS-Blended Trainig Services | Capgemini | Cornerstone | Grupo Multipessoal | INDEG-ISCTE | Médis | Mercer | Meta4 | Mindshift | Ray Human Capital | ROFF | Stairs People Advisors | Sofia Calheiros & Associados | SAP SucessFactors | APCER | ColectivosVIP | SEINES | AccentureTechnology | Dimep | Learninghubz | Wall Street English | Vantagem+

Agradecemos, uma vez mais, a todos os patrocinadores, oradores, participantes e parceiros deste evento.

Leia mais sobre o Fórum RH 2018 na RHmagazine n.º 117, julho/agosto 2018.

 

 

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Oferta de emprego em restauração, hotelaria e turismo aumentou 370%

O setor da restauração, hotelaria e turismo foi o que registou um maior crescimento no número de anúncios publicados no portal OLX.

Desde o início do ano, a categoria “emprego” do OLX registou um crescimento de 22%, comparativamente com 2017. Mensalmente, são enviadas cerca de 300 mil candidaturas a anúncios de emprego no portal.  Sete dias após a publicação, 90% tem resposta. O setor da restauração, hotelaria e turismo foi o que registou um maior crescimento na oferta (370%), seguido das áreas de call center, help desk e telemarketing (103%), transportes e logísticas (67%), construção civil (67%) e comercial (52%).

As respostas às ofertas de trabalho também aumentaram (60%), quando comparados com igual período do ano passado e depois da implementação de novas funcionalidades na respetiva categoria, nomeadamente o upload de CV, introdução de subcategorias e ações estratégicas. As áreas da restauração, hotelaria e turismo (35%), comercial (10%), assistente de loja e caixa (9%), administrativo e secretariado (8%) e doméstico e limpeza (7%) constituem as que registaram um maior crescimento de taxa de resposta.

Lisboa (44%), Porto (23%), Setúbal (11%), Faro (6%) e Braga (4%) são os distritos que apresentam maior oferta. Simultaneamente são os que mais respondem a ofertas de emprego – Lisboa (63%), Porto (22%), Setúbal (7%), Faro (3%) e Braga (2%).

“Queremos reforçar a categoria “emprego” do OLX e tirar partido das mais de 1,5 milhões de visualizações que o portal recebe mensalmente, oferecendo uma plataforma de oferta e procura de emprego, num panorama económico e empresarial que está, claramente, a apresentar melhorias”, explica Spas Slivkov, responsável do OLX, no comunicado enviado às redações.

 

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Philips Lighting apresenta nova DRH para Portugal e Espanha

Raquel Gómez Tortosa é a nova diretora de recursos humanos para Portugal e Espanha da Philips Lighting, sucedendo a Inna King, que ruma a Singapura para liderar a referida área nos mercados emergentes.

O novo membro da comissão executiva da empresa de iluminação conta com mais de 18 anos de experiência em cargos de consultoria e gestão de recursos humanos a nível nacional e internacional. Entre 2007 e 2018, desenvolveu a sua atividade profissional na Hewlett Packard Enterprise, como responsável de compensações variáveis da região EMEA e responsável de recursos humanos de diversas unidades de negócios na Europa. Foi consultora sénior de RH na Arthur Andersen e na Garrigues Human Capital.

Raquel Gómez Tortosa, de nacionalidade espanhola, é licenciada em Psicologia pela Universidade Complutense de Madrid. Em 2006, concluiu o Programa Executive de Relações Laborais através do Centro de Estudios Garrigues.

 

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Fórum RH 2018 – Lotação esgotada! Obrigada a todos!

O Fórum RH, organizado pelo IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos (www.iirh.pt), em parceria com o InfoRH, é o evento de referência anual dos responsáveis de recursos humanos, que decorrerá na próxima semana no Estádio da Luz e se realizará, mais uma vez, com lotação esgotada.

Este evento, concebido como um think thank para o setor, permite a partilha entre pares e a troca de informação e conhecimento num momento único no ano. Com entrada restrita a profissionais convidados pela organização ou pelos patrocinadores, conta, a cada ano, com convidados especiais. A 24.ª edição do Fórum RH terá como key note speaker Ricardo Monteiro, ex-presidente global da Havas Worldwide e ex-chairman global da Havas Worldwide, comentador da TVI, e, ainda, Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, e Isabel Vaz, CEO da Lúz Saúde como entrevistados na sessão de encerramento.

O Fórum RH 2018 conta com o patrocínio de: Edenred | Experis (ManpowerGroup) | AMT Consulting | ATEC | BTS-Blended Trainig Services | Capgemini | Cornerstone | Grupo Multipessoal | INDEG-ISCTE | Médis | Mercer | Meta4 | Mindshift | Ray Human Capital | ROFF | Stairs People Advisors | Sofia Calheiros & Associados | SAP SucessFactors | APCER | ColectivosVIP | SEINES | AccentureTechnology | Dimep | Learninghubz | Wall Street English | Vantagem+

Surpreenda-se!




Quer ter sucesso na liderança da sua equipa? Comunique!

Hoje e no futuro, as equipas de gestão das organizações, para liderarem com sucesso, não se podem esquecer de comunicar com todas as pessoas que as constituem.

Tal como acontece em casa e na rua, todos os dias, também nas empresas se espera que seja prestada atenção às pessoas e se comunique com elas. Na ausência de comunicação, a consequência, desastrosa para o sucesso organizacional, será o distanciamento entre diretores e restante equipa. Foi sobre práticas e características dos boards que, na terça-feira, um painel de especialistas falou, a convite da consultora Stanton Chase, para uma plateia de executivos.

“Em Portugal, sofremos da síndrome de falta de líderes comunicativos”, disse Sara Batalha, CEO da MTW Portugal. Na opinião da especialista habituada a trabalhar com CEOs, o problema da má comunicação deve-se à forma como as comissões executivas comunicam entre si, à sua falta de energia e de emoção e à dificuldade em lidar com o conflito emocional.

“A comunicação é sempre o primo pobre do desenvolvimento pessoal”, sublinhou Sara Batalha, que aconselhou os gestores a adaptarem o seu estilo de comunicação às preferências do outro e a desenvolverem a sua capacidade de envolvimento. Para Rosário Pinto Correia, diretora-geral da Pharol, as causas do distanciamento “têm menos a ver com arrogâncias e egos e mais com o facto de os diretores estarem tão certos do que estão a fazer, que se esquecem que os outros estão na organização”. E de acordo com a profissional, “o problema é transversal às empresas com 15 mil colaboradores ou com dez”.

A solução pode estar nos recursos humanos, que “nem sempre têm o empowerment que precisam”, como destacou Luís Paulo Salvado, diretor-geral da Novabase. “Se não houver fluxos obrigatórios de comunicação da cabeça da organização para as restantes pessoas que a constituem, há distanciamento. Os recursos humanos podem ajudar a que a comunicação exista”, afirmou Rosário Pinto Correia.

A personalidade do CEO não é alheia ao problema, que existe, mas que é de difícil entendimento, e as palavras são de José Bancaleiro, CEO da Staton Chase. “Se o estilo do diretor for mais mobilizador consegue estimular a comunicação”, acrescentou Diogo Sousa Martins, CEO da ELS Solutions. Mas para gerir os outros é “preciso que os gestores se saibam gerir a eles próprios”, alertou João Carvalho das Neves, docente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). “Hoje estamos numa economia em que o recurso escasso é a atenção. Para comunicar, os líderes das organizações não podem estar distraídos. Devem saber ouvir, escutar e perceber o que quer o outro”, explicou.

Os novos papéis das comissões executivas

A sobrevivência das organizações depende da inovação que são capazes de prover. Inovar é caro, os investimentos iniciais superam os lucros esperados e o processo é demorado. Para inovar é necessário, de acordo com Diogo Sousa Martins, que as organizações apresentem orçamentos realistas, mapeiem os processos de inovação, disseminem a cultura de tolerância ao risco e mobilizem o capital humano.

Aliado à inovação encontra-se o desafio de “gerir com base na diversidade”, ressalvou Pedro Penalva, CEO da Aon Portugal. “Os colaboradores têm backgrounds e raízes culturais diferentes. É preciso respeitar as diferenças”, afirmou. Acrescenta-se, ainda, a organização matricial das organizações, “cada vez mais comum e benéfica”. “Não nos faz depender de uma estrutura rígida e hierárquica”, esclareceu o diretor-geral da corretora de seguros.

Depois há a curisiodade. “Se os líderes não tiverem curiosidade e disponibilidade, dificilmente conseguem gerir a presença da diversidade”. Às chefias cabe respeitar, gerir processos, comunicar, inovar, estar atento e colaborar. “A colaboração é um valor cada vez mais relevante. A capacidade de entender o outro, aliada à curiosidade, é fundamental”, destacou Pedro Penalva, que considera que é premente “deixar de criar a ideia do CEO mitificado, como se fosse uma entidade”.

As comissões executivas são, hoje, obrigadas a liderar num contexto de volatilidade, influenciado pela existência das novas tecnologias, materializadas sob forma de inteligência artificial. “Há trabalhos que vão ser substituídos por robots, o que é bom porque as pessoas devem ficar libertas para os trabalhos que requerem inovação e criatividade e que as máquinas não fazem”, disse, a propósito, Luís Paulo Salvado.

Mas se há novos papéis para as equipas executivas desempenharem é, também, porque existem os tão aclamados millennials. “As pessoas têm de liderar uma geração que não conhecem bem”, afirmou. E acrescentou: “As gerações mais novas são leais, mas não são fiéis. Saem a qualquer momento, porque querem ter uma experiência extraordinária”. “Os CEOs têm de se adaptar às novas gerações e repensar as relações que com elas estabelecem”, aconselhou o diretor-geral da tecnológica.

A conferência foi organizada pela Stanton Chase e juntou Diogo Sousa Martins, CEO da ELS Solutions, João Carvalho das Neves, docente do ISEG, Luís Paulo Salvado, CEO da Novabase, Manuel Melo, advogado, Pedro Penalva, CEO da Aon Portugal, Rosário Pinto Correia, diretora-geral da Pharol, e Sara Batalha, CEO da MTW Portugal. Da moderação dos debates estiveram encarregados Carlos Sezões e José Bancaleiro da consultora.

 

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Rita Baptista é a nova DRH da OGMA

Rita Baptista é a nova diretora de recursos humanos e sustentabilidade da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal. A responsável cessa funções na Ageas Portugal. Na OGMA, Rita Baptista irá reportar diretamente ao diretor-geral, Marco Túlio Pellegrini.

Há 20 anos que Rita Baptista, licenciada em Sociologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, desenvolve a sua atividade profissional no setor dos recursos humanos. No seu percurso integrou empresas como a Arthur Andersen, Lear Corporation, Indesit Company, Danone Baby Nutrition e AXA Portugal.

 

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Conheça o programa do SAP NOW Lisboa

A pouco mais de uma semana da realização do SAP NOW, evento anual que reúne, em Lisboa, especialistas da empresa de soluções e tecnologias de gestão, parceiros e clientes, é conhecido o programa completo para o próximo dia 22 de maio. “The Intelligent Enterprise. Going From Thinking to Doing” é o tema desta edição, que irá procurar explorar as últimas tendências sobre inovações digitais.

Luís Urmal Carrasqueira, diretor-geral da SAP Portugal, dará o pontapé de saída, para depois passar a palavra a Steve Tzikakis, presidente da SAP EMEA South, cuja intervenção irá submeter-se ao tema “The Future-Ready Enterprise”. De seguida, Martin Wezowski, Chief Designer & Futurist da SAP, e Upen Barve, Head of Customer Strategy & Experience da rede de centros de inovação da empresa, irão, em conjunto, apresentar o tema “Design the Future we all want to live in”. Após a apresentação desta dupla, seguir-se-á Tom Raftery, vice-presidente, Futurista e Evangelista de IoT da SAP, que abordará o tema “The Future of Digital: What the next 10 years have in store”.

Ainda durante a manhã, realizar-se-á uma mesa de debate dedicada ao tema “Intelligent Enterprise”, com as presenças confirmadas do CEO da Science4You, Miguel Pina Martins, da CPO da Logoplaste, Conceição Calheiro e Menezes, e do Prof. Eng. Jorge Carrola Rodrigues da NOVA IMS. A moderação da mesa redonda ficará a cargo de Rosália Amorim, diretora editorial do Dinheiro Vivo e comentadora de assuntos económicos na rádio TSF.

No final da manhã e ao longo da tarde decorrerão 15 sessões paralelas, onde clientes e parceiros de negócio da SAP vão apresentar case-studies setoriais, que permitirão uma imersão em boas-práticas e irão demonstrar a interpretação e o desenvolvimento de novos modelos de negócio de suporte à economia digital já concretizados por algumas empresas portuguesas.

No âmbito do SAP NOW Lisboa, a SAP irá utilizar, pela primeira vez em todo o mundo, uma plataforma de Realidade Virtual, que permitirá levar o evento a um maior número de pessoas, especialmente aos que não poderão deslocar-se ao Centro de Congressos do Estoril. Através de um link que estará disponível no site do evento, a partir de 22 de maio e durante três semanas, qualquer pessoa poderá facilmente aceder à plataforma através de um browser no computador ou através da Hyperfair App disponível na Play Store.

Utilizando um ambiente 3D e permitindo a interação em tempo real com os presentes (avatares interativos e personalizados), a plataforma permitirá a troca de informação e experiências via voz, texto e business cards, assim como o acesso a vídeos e conteúdos, como folhetos, whitepapers e websites das empresas participantes.

O SAP Now Lisboa conta com o apoio de 16 parceiros: Ábaco Consultores, Accenture Technology, Arago Consulting, Capgemini, Compta, DXC.tecnology, Everedge Consulting, GUSP, HCCM Consulting, Hewlett Packard Enterprise, IBM Softinsa, Noesis, Rebis, ROFF, Seidor e Techedge.

A festa comemorativa dos 25 anos da SAP em Portugal irá encerrar o evento e contará com a presença do humorista Miguel Lambertini e do grupo musical Santa Manel, a banda residente do evento Revenge of the 90’s.

A agenda completa do evento está disponível aqui.

 

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