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Como converter as enormes quantidades de dados das Empresas em insights estratégicos para a tomada de decisão?

Como converter as enormes quantidades de dados das Empresas em insights estratégicos para a tomada de decisão e minimização dos respetivos riscos?

Os computadores vieram transformar o contexto dos negócios e das organizações. Mais recentemente, a informação e os dados passaram a dominar a próxima fase da transformação. Empresas como a Google e a Amazon são pioneiras na tomada de decisões com base em dados, tanto ao nível da gestão do cliente interno, como externo. Por consequência, são cada vez mais as empresas que procuram imitar este sucesso. No entanto, existem alguns perigos em replicar estes métodos e processos sem que se compreenda em que consiste o conceito de data science e os seus riscos.

Todas as decisões implicam assumir um determinado nível de risco. E, hoje em dia, as organizações reconhecem, cada vez mais, que as suas decisões devem ser fundamentadas. Daí a crescente importância dos dados e dos processos de data science na tomada de decisão.

Muitas vezes, os gestores sentem-se sobrecarregados na tentativa de compreender os dados internos da sua própria empresa e, ao mesmo tempo, manterem uma posição de liderança face à concorrência. Na realidade, questões que são muitas vezes pequenas e irrelevantes podem rapidamente sair fora de controlo e conduzir a uma paralisia organizacional.

Os líderes que levarem a cabo as melhores práticas de data science conseguirão alcançar os melhores resultados. O que significa perceber o que é “data science” e criar processos para alavancar o potencial de cada pessoa. É urgente investir na melhoria das competências das pessoas, dado o desenvolvimento acelerado em data science, bem como na criação de uma cultura de abertura e transparência, para minimizar e eliminar os riscos envolvidos. Estar consciente das suas próprias fraquezas antes da concorrência é a melhor posição que se poderá obter.

Data science não é apenas uma buzzword do momento, mas um desafio urgente, que, com toda a certeza, trará enormes benefícios para as empresas e para a tomada de decisão dos seus gestores!

Por: SAGHIR BASHIR. Especialista em Data Science, Estatística e Programação, com mais de 25 anos de experiência nacional e internacional, em empresas dos mais variados setores de atividade e dimensões.

 

 

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Ana Silva

Ana Silva

2 Comments

  1. 8 Março, 2018 at 6:00 — Responder

    Cara, do ensino fundamental ao fim do ensino médio, estudamos em media 12 anos da nossa vida. Um monte de inutilidades que 99% da população sequer usará em sua vida. Com um terço desse tempo ensina-se o necessário, o resto é pura abobrinha e estudo de matérias desordenadas e sem conexão com a realidade. Ao fim, estamos com 17-18 anos sem saber bater um prego numa madeira ou trocar uma tomada de lugar na casa. Não é da natureza da criança aprender coisas de maneira forçada, dentro de um ambiente fechado que a impeça mesmo de ver o céu, fronte a um quadro cheio de fórmulas ininteligíveis e mal explicadas (decoradas) por professores medianos. Escola é lixo, serve apenas para doutrinar gado para o governo e manter todos no cabresto raciocinando a partir de chavões ideológicos e lugares comuns. A escola não produziu um gênio sequer até hoje. A grandes mentes foram forjadas praticamente pela motivação pessoal em adquirir conhecimento.

  2. KaoruAnatu
    10 Março, 2018 at 4:23 — Responder

    Valeu Obrigado.

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