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Dicas para melhorar o seu perfil no LinkedIn

As redes sociais são extremamente relevantes nos dias de hoje em todas as esferas das nossas vidas. E, com o Linkedin, a procura por uma oportunidade profissional torna-se mais simples e contínua. A rede é o ambiente ideal para expor projetos, divulgar artigos, procurar emprego e fomentar contactos profissionais, ou seja, um lugar ideal para profissionais e empresas.

Bia Nóbrega, coach, executiva da área de recursos humanos e speaker, enumerou algumas dicas para melhorar o seu perfil na rede social LinkedIn. “É fundamental que as informações estejam sempre atualizadas, independentemente de o usuário estar à procurar de emprego ou não. Desta forma, a interação ocorrerá de forma mais eficaz, trazendo ótimas oportunidades diariamente”, destaca. A especialista em carreiras elaborou um passo a passo para ajudar a criar uma apresentação atraente.

1. Imagem e foto relacionadas com o utilizador ou área de atuação

As imagens usadas no perfil e na capa são a primeira impressão. Use fotos profissionais. Se trabalha com algo relacionado com a criação ou conteúdo, não precisa de ser muito formal, contrariamente à fotografia de quem exerça a sua atividade profissional em direito ou na área financeira. Neste caso, o uso de camisa ou fato torna-se fundamental.

2. Edite o seu endereço

Ao criar um perfil no LinkedIn, o endereço (link para a página) é acompanhado, geralmente, de alguns números. Além de dificultar a procura, também empobrece esteticamente o perfil do usuário, o que pode ser editado facilmente no site.

3. Perfil em inglês e português

O inglês é um requisito importante para todas as empresas que contratam atualmente.

4. Nome e identificação profissional

Se tiver algum apelido na área em que trabalha, coloque-o junto ao seu nome – uma opção é colocar entre parênteses. Relativamente à identificação profissional, o ideal é não utilizar o seu cargo atual como referência, mas a identificação dentro das categorias com que trabalha. Não é necessário referir se é júnior ou sénior. Ao invés de se posicionar como, por exemplo, analista de sistemas júnior, opte por profissional de análise de sistemas.

5. Palavras-chave

Assim como o Google, o LinkedIn também é uma ferramenta de busca baseada em palavras-chave. Logo, quantas mais palavras relacionadas com a sua área de trabalho, melhor estará o seu perfil quando algum recrutador estiver à procura de profissionais na rede social.

6. LinkedIn Premium

A versão premium oferece recursos excelentes para quem está à procura de emprego. Além de poder entrar em contacto diretamente com recrutadores e empresas, o seu posicionamento aumenta “naturalmente” e os requisitos das vagas ficam mais claros. É possível ver quais são as competências procuradas e, se as possuir, incluir no seu perfil e pedir para que alguém as referencie.

7. Sumário

Não se prolongue muito. Use cinco a seis pontos para descrever quem é profissionalmente. Refira os anos de experiência profissional no mercado, o seu nível hierárquico, a sua formação académica e principalmente as suas responsabilidades e quais foram os resultados alcançados. Se aprimorar este campo, conquistará o recrutador para continuar a ler o seu perfil.

8. Experiência

Como a rede social não é um currículo com limitação de número de páginas, refira tudo o que o recrutador precisa de saber e lembre-se de incluir palavras-chave que o posicionem melhor no ranking de candidatos.

9. Educação

Os cursos devem ser posicionados a partir do mais recente. Se o ensino médio não foi profissionalizante, não é necessário incluí-lo no perfil.

10. Experiências voluntárias

Recrutadores internacionais valorizam muito este item. Caso tenha, é uma ótima maneira de colocar os seus resultados fora do ambiente profissional. Experiências voluntárias dizem muito quem é e qual o seu papel na sociedade.

11. Competências e recomendações

Atualize as suas competências com frequência e peça aos seus colegas para validarem a informação votando no seu perfil, para melhorar o seu desempenho na candidatura a qualquer vaga. Solicite, também, recomendações de pessoas que trabalharam consigo: gestores, colegas, colaboradores, clientes.

12. Realizações

Neste campo inserem-se organizações onde está associado, prémios, cursos, idiomas, entre outros. São itens de prestígio.

13. Interesses

Os interesses baseiam-se nas coisas com que interage na rede social: as suas influências, publicações e empresas que gosta, os grupos onde está e até escolas. Todas as suas interações no LinkedIn fazem parte da montra que é o seu perfil. Além das experiências profissionais, os recrutadores procuram pessoas que saibam relacionar-se e atualizar-se.

NOTA: Artigo não traduzido.

BY: http://revistamelhor.com.br/

 

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