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Empresários portugueses mal pagos, mas felizes

Empresários portugueses sentem que não são devidamente remunerados, mas sentem-se felizes depois de assumirem o controlo da organização. As conclusões são de um estudo desenvolvido pela ActionCOACH.

O investimento, esforço e dedicação dos empresários não são, segundo 54% dos profissionais que participaram no estudo desenvolvido pela ActionCOACH, devidamente recompensados, nomeadamente através da remuneração que auferem. São mal pagos, mas sentem-se felizes. Três em cada quatro gestores afirma sentir-se mais feliz quando “tem a empresa sob o seu comando”, conforme se lê no comunicado enviado às redações.

De acordo com a investigação da empresa especializada em business coaching, a digitalização é uma aposta de 75% das organizações, que afirmou ter os seus processos informatizados. A área de marketing já assume, em 55% das empresas, um caráter digital. No que diz respeito à estratégia que definem, 28% das organizações não apresenta um plano de gestão e as que apresentam (28%) atualizam-no apenas uma vez por ano.

Os resultados indicam, ainda, que 49% dos empresários investe menos de 1% da faturação em estratégias de marketing e que mais de metade não tem, ainda, uma equipa responsável pelas vendas. Paralelamente, 66% dos inquiridos admite não utilizar sistemas de relatórios para controlo de atividade (KAI’s) e 64% não recorre a indicadores de desempenho (KPI’s).

Contratação é uma das principais dificuldades dos gestores

A contratação, sobretudo nas áreas de produção e vendas, é considerada, por 58% dos gestores, uma das suas maiores dificuldades. O investimento em formação não é uma preocupação nas empresas. Segundo o mesmo estudo, 55% não oferece qualquer tipo de formação aos seus colaboradores e 43% disponibiliza ações formativas só uma vez por ano.

O inquérito desenvolvido pela ActionCOACH foi aplicado a 130 empresas nacionais das áreas de consultoria, hotelaria e restauração, medicina dentária e veterinária, transporte e tecnologia, construção civil, agricultura e indústria têxtil.

 

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