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Mulheres portuguesas revelam a sua definição de sucesso

Portuguesas consideram que o êxito é mais do que material e resulta de uma combinação de fatores. De acordo com o estudo desenvolvido pela Evax, em parceria com a Netsonda, a principal prioridade das mulheres é fazerem o que gostam.

As mulheres portuguesas são diferentes e autênticas. A conclusão é do estudo realizado pela Evax, em parceria com a Netsonda, que inquiriu 250 mulheres portuguesas, entre os 20 e os 35 anos, e que revela que 84% das mulheres residentes em Portugal apresentam a sua própria definição de sucesso. “O êxito é algo mais do que material” para 76% das inquiridas.

Há unanimidade, no entanto, no que diz respeito às prioridades das portuguesas inquiridas. “Fazer o que gostam” (93%) e “desfrutar de equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal” (92%) encabeçam a lista de prioridades femininas. O sucesso para as mulheres implica, também, “gozar de independência” (81%) e “ter estabilidade financeira” (81%).

De acordo com o estudo da Evax, a realização das portuguesas pressupõe um “bom emprego” (21%), uma “boa estrutura familiar” (12%), a concretização de objetivos (10%) e “serem felizes” (8%). Contudo, ainda que 64% das mulheres se considerem exigentes, apenas 10% confessam sentir-se totalmente realizadas.

E, no que toca a frustrações, às novas gerações inquieta-as “não terem ainda atingido os seus objetivos” (19%), “não se sentirem realizadas no emprego” (13%) ou “não se considerarem pessoalmente realizadas” (9%). Mas a maioria revela ter relações felizes (93%) e um bom grupo de amigos (53%).

Questionadas sobre as suas ambições, 71% das mulheres gostariam de “viajar mais” e 54% desejam “tirar mais partido das coisas boas da vida”. “Ter filhos ou ter mais filhos” (30%), “procurar um novo emprego” (24%), “praticar desporto” (22%) ou ter “mais tempo para descansar” (20%) são outros dos desejos femininos. Independentemente da forma como definem o sucesso, ou tentam conquistá-lo, as portuguesas dizem que a sua “auto-confiança” (46%) e a “realização profissional” (46%) são as duas áreas que pretendem desenvolver.

 

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