Todos passamos pela experiência de ser motivado… e, uns anos mais tarde, pelo desafio de encontrar a fórmula mágica de ter “me, myself and I” devidamente motivados. No início das nossas vidas profissionais, a palavra motivação vem sempre aliada a outras palavras como “chefia”, “missão da empresa”, “trabalho de equipa”… Mas rápido percebemos que não é bem assim. Ou temos o dom de aprender depressa…  Ou temos o dom de nos auto-motivar… Ou o risco é ficar condenado para sempre a eterno serviçal que habilmente espera que o outro (ou a outra) o motive, com um consequente tempo que passa a História sem qualquer motivação.

Em bom rigor, ou motivamos ou somos motivados. Como e porquê? Não sabemos. Parece que funciona como um feitiço: existe, mas ninguém sabe muito bem a fórmula certa… mas todos procuramos e queremos usufruir do seu resultado mágico.

Estudos comprovam que pessoas motivadas contribuem para 77% dos resultados extraordinários das suas empresas. Se não é feitiço, não sei o que é! Mas constato uma constante: o traço comum nas pessoas motivadas. Aquele brilho quando falam, aquela confiança na voz. A mentalidade que “vai tudo correr bem”.

Será esta a formula mágica da motivação? Será uma escolha consciente “estar motivado”? Uma escolha própria. Uma escolha com estágios de maturidade, que vão desde um simples “olá mundo do trabalho, aqui estou eu, motivada(o). Ensinem-me”, até… “me, myself and I motivado e venha o trabalho que vier”.

Considero forte a teoria que somos motivados por escolha própria, pois conhecemos bem os efeitos da não-motivação: um looping de “queixumes”, de insatisfação e avizinham-se épocas com aquele acordar penoso…

Mas a verdade é que todos queremos viver motivados. Porquê? Porque nada se assemelha às borboletas da motivação. Seja qual for a forma e o feitio.

E para si, o que prefere: motivar?… Ou ser motivado?

Motivar e ser motivado ao mesmo tempo? Hummmm… isso só com feitiço.

Por Inês Vaz Pereira

 

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