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Porque precisamos de mais Empatia e Inteligência Emocional nas empresas?

Os líderes de empresas, nos diversos níveis hierárquicos, tomam decisões que impactam diretamente a vida de muitas pessoas e mesmo na economia nacional e internacional. Como é possível que numa época em que todos reconhecemos a importância da Sustentabilidade e da Ética na Liderança, somos surpreendidos diariamente com notícias que relatam comportamentos contrários a esta tendência?

Líderes com pouca capacidade de empatia e sem clareza sobre a própria inteligência emocional, tomam piores decisões (mais autocráticas e menos sustentáveis), promovem mais conflitos, colaboradores menos comprometidos e pior clima de trabalho. Empatia é definida como a capacidade de entender os sentimentos e pensamentos do outro, pelos autores Steven Stein e Howard Book, no livro The EQ Edge – Emotional Intelligence and Your Success (New York Times best seller).

É crucial as empresas, aplicarem ferramentas de assessment, como o EQ-I 2.0®, para promover o autoconhecimento e o desenvolvimento da Inteligência Emocional dos líderes.

Os resultados do EQ-I 2.0®, (na versão 360º, individual ou de grupo) permitem identificar combinações perigosas entre empatia e outras competências da inteligência emocional, como por exemplo:

Independência alta + Empatia baixa:  Sem dependência emocional com terceiros e com pouca capacidade de se colocar no lugar do outro, faz o que for necessário para atingir o que considera justo, independentemente das consequências para os outros.

Consciência emocional baixa + Responsabilidade social baixa + Empatia baixa: baixa necessidade de contribuição social, despreocupado com a comunidade e sem a capacidade de se colocar no lugar do outro, um líder, pode “atropelar” muitos ou negligenciar necessidades básicas da sociedade, motivado por fatores que muitas vezes fazem sentido somente para ele.

Otimismo baixo + empatia baixa: visualiza os piores cenários possíveis e, sem a capacidade de se colocar no lugar do outro, tende atropelar as pessoas com o intuito de se defender.

A Inteligência emocional (e a empatia especificamente) é passível de ser desenvolvida.

O perfil do Líder do Futuro, tem elevada clareza sobre Inteligência Emocional. Não considera exclusivamente resultados a curto prazo, mas também no impacto de suas ações em todos os stakeholders.

 

Por Márcia Queiroga – ABYLOS

 

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