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Simulador: veja quanto pouparia com a utilização dum cartão refeição

Os novos limites de isenção fiscal nos vales e cartões de refeição previstos no OE 2017 vão permitir às empresas e aos trabalhadores uma poupança substancial de TSU e IRS.

Uma empresa com 10 trabalhadores vai poder reduzir mais de 4 mil euros por ano nos seus encargos com pessoal.
De acordo com uma simulação da SODEXO, multinacional especializada em serviços de qualidade de vida, uma empresa com 10 trabalhadores pode reduzir os seus encargos, com a utilização do cartão refeição no limite máximo de 7,23 euros por dia, até 4 155 euros por ano, um aumento de 229 euros anuais em relação ao regime em vigor até 2016 (base: 22 dias úteis/11 meses | taxa média IRS 23%).

 

Poupança para a empresa e para o colaborador

No mesmo cenário, os colaboradores, através da isenção total de TSU e IRS, beneficiam de um acréscimo de poder de compra que em 2017 pode chegar, com cartão refeição, aos 595 euros por colaborador.
Este valor pode ainda ser incrementado no segundo semestre, uma vez que está prevista nova actualização dos limites de isenção a partir de Junho de 2017.

Esta e outras simulações podem ser realizadas na ferramenta que a Sodexo disponibiliza em http://www.sodexobeneficios.pt/, a qual, de forma simples e rápida, permite calcular a poupança fiscal tanto para empresas como para colaboradores.
Desde 2012, o Orçamento do Estado atribui um benefício fiscal ao pagamento do subsídio de refeição em cartão. Se for pago em dinheiro, o subsídio passa em 2017 a estar isento de impostos e segurança Social até 4,52 euros por dia. Se for pago em cartão, esse limite de isenção passa para 7,23 euros. Esta diferenciação positiva, favorável à titularização do subsídio de refeição e que vem reforçar o seu importante carácter social, faz prever um crescimento sustentado da utilização do cartão refeição pelas empresas, que abrange actualmente cerca de metade do universo empresarial.

 

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Cristina Barros

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