CRONICAS

Vou pedir ao tempo que me dê mais tempo

A esta altura do ano… Já começa a cheirar a férias. O tempo finalmente trouxe-nos uns típicos dias veraneanos que auguram o certo verão que chegará em pleno.

Os dias são mais longos e parece que sentimos o tempo de forma diferente. Longas têm sido as semanas que somaram os meses até hoje. Até parece que andámos com os meses às costas. Já pesam… Não pesam? Talvez porque andamos a viver o tempo de hoje com demasiada intensidade. Os dias passam a correr e nós corremos atrás dos dias. Haja tempo para tanta coisa.

Certamente que já vos aconteceu parar de repente. Parar por um pouco e distrairmo-nos a reviver o tempo de “ontem”. Dar tempo à nostalgia dos “bons velhos tempos”.

A nostalgia de um passado é uma lição de tempo. Há que ver essa lição de uma única forma: positiva e construtivamente.  Não se esqueça que tem sempre o tempo de “hoje” para fazer de forma diferente. Não precisa de esperar, ainda vai a tempo.

Quero com isto partilhar que o tempo tem ensinado que vamos sempre a tempo de mudar. Porquê? Porque o amanhã espera pela nossa sabedoria em fazer com que o tempo valha a pena lá chegar.

E lá chegaremos. Mesmo com definições e intenções de tempo bem distintas, em que para uns “nunca há tempo para nada” e para outros “temos tempo!”, vamos “lá” chegar.

Por hoje, não temos tempo para demoras. Respostas rápidas sobre o tempo:

  • O maior desafio: saber gerir o tempo.
  • A maior aprendizagem: fazer melhor com o tempo que tenho.
  • O maior risco: dar valor a um tempo que já passou e não volta.
  • O maior erro: desperdiçar o tempo com coisas que não têm importância.
  • A pior ideia: inventar máquinas do tempo.
  • A melhor frase: voltar uns anos atrás e saber o que sei hoje.
  • A maior lição: mais vale começar hoje, do que depois dos outros!
  • A maior conquista: chegar ao fim do dia e ainda ir a tempo do sol.

Faça como entender, mas caro leitor, aproveite bem o seu tempo. Ele não volta atrás. Cada dia é uma nova oportunidade.

E como diz a música, “vou pedir ao tempo que me dê mais tempo”, pois sei que hei-de chegar ao sábio e inevitável “tempo” que ambiciono e quero lá ficar, muito tempo.

Por Inês Vaz Pereira

 

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